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Duplo Valley, a novidade do Legoland Flórida para os pequenos

duplo-valley-a-novidade-do-legoland-florida-para-os-pequenosNa primavera de 2014 o parque Legoland Florida vai inaugurar a área temática chamada de “Duplo Valley” e toda dedicada aos pequenos de 2 a 5 anos.

A linha de brinquedos “Lego Duplo” com tema fazenda é que criará todo o espaço dedicado para estes pequenos visitantes.

Enquanto a construção estava a todo vapor, o Baby Care Center do parque fez as honras do espaço e trabalhou com a infraestrutura que as mamães precisavam para cuidar do bebê, como microondas, aquecedores de mamadeiras e enfermagem. Agora com este espaço pronto, estará tudo reunido num mesmo lugar.

As atrações principais desta nova área são um trem, um mini passeio de trator e uma área de jogo de água. Com o trem as crianças vão poder explorar o campo e curtir a paisagem. Com o trator, eles poderão ajudar os agricultores a cuidar do campo. Para se refrescar depois de tantas brincadeiras, no parque terão várias bicas de água.

Fonte: A Janela Laranja

Os brasileiros que podem se refugiam na Flórida

os-brasileiros-que-podem-se-refugiam-na-floridaMiami é o refúgio no exterior preferido de brasileiros cansados de esperar que o Brasil dê certo. Nas últimas décadas, a cidade americana já havia se consolidado como destino dos exilados da ditadura cubana, da classe média venezuelana, esmagada pelo chavismo, e de argentinos em busca de um canto para esconder seus dólares. Atualmente, porém, nenhuma nacionalidade se mostra mais interessada em se refugiar, temporária ou permanentemente, em Miami. Os brasileiros são os estrangeiros que mais pesquisam as propriedades à venda no site da associação de imobiliárias da cidade e só perdem para os canadenses como os maiores compradores de imóveis em todo o Estado da Flórida. Há cinco anos, eles nem sequer figuravam na lista dos principais clientes. Ao contrário dos canadenses, que preferem as residências mais baratas, os brasileiros dominam o segmento a partir de 500,000 dólares. Segundo uma estimativa da imobiliária Piquet Realty, 13% de todas as vendas na região de Miami em 2013 foram para brasileiros. Outras estatísticas falam em 20%. O número pode ser ainda maior, pois boa parte das casas e dos apartamentos é comprada em nome de empresas (que nos Estados Unidos pagam menos impostos sobre propriedade), o que torna impossível determinar a nacionalidade dos clientes.

O que faz um cidadão de um país com 7.400 quilômetros de litoral, como é o Brasil, comprar uma residência de veraneio a oito horas de avião e que, se não puder se mudar para lá em definitivo, só conseguirá desfrutar poucas vezes ao ano? A motivação, quase sempre, é simular a vida num Brasil onde as coisas funcionam. Em Miami, podem-s­­e fazer compras em português e há brasileiros em toda parte, mas ninguém corre o risco de ser assaltado a mão armada no sinal. A cidade é um exemplo de civilidade. Quando um carro tem o pneu furado, a prefeitura pode ser responsabilizada pelo buraco na rua que o causou. Nas areias de Miami Beach não há lixo nem vendedores ambulantes, só bandos de gaivotas, postos de salva-vi­das e banhistas. Pode-se deixar tranquilamente os pertences embaixo do guarda-sol enquanto se mergulha ou sacar a câmera fotográfica para registrar a paisagem. Nas mesas de bar ao ar livre da Lincoln Road, um calçadão movimentado, os clientes conversam sem precisar esconder relógios, joias e celulares. “Aqui vemos o dinheiro dos impostos ser revertido em favor dos contribuintes. Tudo funciona”, diz o fazendeiro e incorporador Romualdo Ferreira, de Goiânia, que desistiu de construir uma casa de praia na Bahia para comprar um apartamento na Baía Biscayne, em Miami.

Um investimento como o que Ferreira fez compensa não apenas para os mais endinheirados, mas também para a classe média, acostumada aos altos preços das cidades litorâneas brasileiras. Um apartamento de 130 metros quadrados, três quartos e uma vaga de garagem num dos trechos mais concorridos de Miami Beach custa o equivalente a 1 milhão de reais. Um similar na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no Estado de São Paulo, vale 1,6 milhão de reais. Os juros de financiamentos por lá são mais baixos. Enquanto no Brasil giram em torno de 10% ao ano, nos Estados Unidos a taxa varia de 4,5% a 5%. Para quem já sofreu o longo processo de comprar uma casa no Brasil, Miami é um paraíso. Os trâmites nos Estados Unidos são bem mais simples. O cliente, para comprovar renda, só precisa apresentar uma carta do contador que faz suas declarações de imposto e outra do gerente de um banco qualquer no Brasil, além de referências comerciais para mostrar que é um bom pagador. Hoje, 17% dos brasileiros que adquirem imóveis fazem financiamento, 82% deles por meio de bancos americanos, segundo o Condo Vultures, consultoria do setor imobiliário. O assédio de corretores desesperados não acontece. Nos Estados Unidos, os endereços à venda estão cadastrados em uma mesma base de dados, à qual todas as imobiliárias têm acesso. Fecha o negócio aquela que oferecer o melhor atendimento ao comprador.

Para reduzir o custo de manutenção do imóvel nas temporadas em que estiver vazio, basta alugá-lo por três meses ao ano, segundo as contas de alguns brasileiros. Além disso, os imóveis estão se valorizando. Enquanto no Brasil os preços se encontram elevados, com probabilidade de desvalorização ou estagnação, em Miami os valores ainda não se recuperaram inteiramente da crise de 2008. Como consequência, os preços ainda estão baixos e compensam mesmo com a recente alta do dólar em relação ao real.

Para atraírem o público de fora, as construtoras apostam em prédios com serviços e instalações inspirados em hotéis de luxo e resorts. No edifício Jade Residences, há uma piscina com borda infinita, serviço de bar na piscina, spa, uma academia completa e estacionamento com manobrista, inclusive para visitantes. O preço do condomínio fica em torno de 1,300 reais. Em Belo Horizonte, por exemplo, uma estrutura semelhante custaria 4 000 reais mensais. “Os prédios americanos têm em geral mais andares e várias unidades, o que dilui os custos”, comenta Renato Teixeira, presidente da Re/Max Brasil, rede imobiliária com atuação nos Estados Unidos. Muitos dos projetos são desenhados especialmente para atender ao gosto dos brasileiros. É o caso do Echo Aventura, que conta com churrasqueira na varanda. “Os brasileiros compraram 90% dos apartamentos”, diz Craig Studnicky, presidente da International Sales Group, corretora de imóveis que teve um faturamento de 600 milhões de dólares no ano passado. “Um terço desse valor veio dos brasileiros”, afirma Studnicky.

Não são raros os brasileiros frequentadores de Miami que já desconfiaram de algum vizinho compatriota de fonte de renda duvidosa que adquiriu uma casa ou um apartamento especialmente caro. Mas os supostos corruptos há muito deixaram de ser os principais compradores de imóveis na cidade, garantem os corretores veteranos. Diz um deles: “Os brasileiros que chegam com uma mala de dinheiro para pagar à vista por uma casa são cada vez menos comuns. Isso acontece mais com argentinos e venezuelanos”. Miami é um refúgio, sim. Na sua maioria, de gente honesta.

Fonte: Veja

Viagem de Balsa de um dia, de Fort Lauderdale para as Bahamas

viagem-de-balsa-de-um-dia-de-fort-lauderdale-para-as-bahamasQue tal visitar outro país na próxima vez que você for para a Flórida? É possível fazer uma viagem para as Bahamas por balsa, em alguns casos, custando menos que um vôo.

A balsa de alta velocidade “Balearia Bahamas Express” viaja de Fort Lauderdale para a cidade de Freeport em Grand Bahama, uma das muitas ilhas das Bahamas que possui raízes britânicas. É mais ou menos a distância da Philadelphia para Nova York.

Prepare-se para um longo dia. Há todo um envolvimento de uma viagem internacional, e os passageiros são aconselhados a estar no terminal de balsas de Fort Lauderdale pela manhã, retornando aos Estados Unidos tarde da noite.

A balsa se assemelha a um navio mini-cruzeiro, porém, com menos frescuras. A primeira classe oferece mais espaço e filmes. O entretenimento da classe econômica consiste em vista para o mar e navegação na loja duty-free. A empresa diz que máquinas caça-níqueis e Wi-Fi estão a caminho.

A Corrente do Golfo – a poderosa corrente entre a Flórida e as Bahamas – podem tornar o passeio de 2 horas e meia um pouco agitado.

Uma vez em Freeport, você poderá ver praias maravilhosas em uma tarde.

A praia de Lucaya (nomeada assim pelo habitantes originais das Bahamas), nos subúrbios de Freeport, é fácil de chegar através das muitas vans esperando no terminal de balsas. Compartilhe o custo com os outros, e gaste cerca de cinco dólares (a moeda dos Estados Unidos é aceita com a mesma taxa de câmbio).

A praia – mais como a Flórida durante as férias de primavera do que outro país – é bonita, embora repleta de turistas em um dia de semana na primavera. Longe da multidão, há belas faixas de areia e água deliciosamente quente.

O mercado do Porto de Lucaya oferece produtos para todos os orçamentos. Uma lembrança ainda mais barata é ter o seu cabelo trançado. Se você nunca fez isso, é uma boa oportunidade.

A alimentação em Lucaya varia de um Domino’s Pizza para Agave, um restaurante que serve deliciosos hambúrgueres feitos de concha, um marisco local.

Ao contrário de Nassau, a movimentada capital das Bahamas, o centro de Freeport é um pouco mais que um monte de shoppings e um pocuo encantador mercado ao ar livre.
O Western Bakery veio altamente recomendado por um morador que estava na balsa. Esse é um denso cupcake cheio de framboesa que faz bastante sucesso.

Voltando para Fort Lauderdale e a linha de imigração dos Estados Unidos, estavam todos cansados; se parecia que tinha sido longe de casa, é porque realmente foi.

Antes de ir:

– Você vai precisar de um passaporte válido nos Estados Unidos.

– Se vai por um dia, é possível espremer o tempo e fazer algum mergulho ou outras atividades aquáticas. Mas faça isso com bastante tempo para partir para a balsa.

– São cobradas taxas internacionais de telefonia celular nas Bahamas.

– Não se esqueça de levar um adaptador de tomada elétrica para o seu laptop, tablet ou carregador de telefone.

– Se você tem alguns dias para explorar Grand Bahama Island, a balsa, mesmo a preços de última hora, pode ser mais barata do que um vôo. Crianças menores de 6 anos não pagam na balsa.

Fonte: Travel With Value

Saiba Curiosidades de Orlando

saiba-curiosidades-de-orlando1) Se os turistas dedicassem oito horas por dia para visitar as mais de 100 atrações de Orlando, levariam 67 dias. Os viajantes ainda gastariam cinco anos para comer nos quase 5 mil restaurantes espalhados pela cidade, se fizessem três refeições por dia.

2) Orlando é sinônimo de diversão, mas também é um ótimo lugar para compras. Para preencher os 4,6 milhões de metros quadrados de espaço comercial da cidade, seriam necessários 900 campos de futebol americano.

3) O Wet ‘n’ Wild da cidade foi o primeiro parque aquático do mundo, em 1977, e continua sendo o único dos Estados Unidos que abre durante o ano todo.

4) Um dos pontos turísticos da cidade é o Hard Rock Café, que fica localizado dentro do CityWalk, da Universal Studios, e é o maior do mundo. Ele possui mais peças de rock ‘n’ roll do que qualquer outro local, incluindo tijolos dos Beatles retirados diretamente do The Cavern Club e as portas do Abbey Road Studios. É como um museu do rock e muitas pessoas vão para lá apenas para fotografar.

5) Cuidar de uma baleia não é uma tarefa fácil. A Shamu, que vive no SeaWorld, come aproximadamente 99 kg de comida todos os dias. Isso equivale a mais ou menos 46 vezes a média do que consome um ser humano. Multiplique isso por sete, que é o número de baleias que vivem lá.

6) As lagoas dos golfinhos do Discovery Cove utilizam 11,3 milhões de litros de água, quantidade suficiente para abastecer quatro piscinas olímpicas.

7) A montanha-russa Rip Ride Rockit, da Universal Studios, conta com três manobras inéditas no mundo: Double Take, o maior looping não invertido, Treble Clef, manobra feita no formato do símbolo musical da clave de sol, e Jump Cut, um movimento de gravidade negativa em espiral.

8) Ao todo, 24 personagens conhecidos de Springfield, famosa cidade de Os Simpsons, fazem parte da The Simpsons Ride na Universal Studios Florida, com as vozes dos atores originais do desenho.

9) O sistema de propulsão que impulsiona os passageiros 46 metros para cima em apenas três segundos na Incredible Hulk Coaster, do Universal’s Islands of Adventure, utiliza 20.412 kg de impulso por dois segundos. Essa energia é suficiente para lançar uma bola de boliche por todo o caminho da montanha-russa até o Oceano Pacífico.

10) Se alguém quisesse se hospedar uma vez por noite em todos os quartos de todos os hotéis e resorts que existem atualmente no Walt Disney World, demoraria vidas. Ao todo, são mais de 25 mil quartos próprios da Disney ou operados por ela.

11) A cada ano são plantadas 3 milhões de mudas no Walt Disney World Resort. Além disso, são mantidos na área mais de 4 milhões de arbustos, 13 mil rosas e 200 topiarias.

12) O Walt Disney World Resort é tão grande – conta com uma área de 101 km² – que seria o suficiente para abrigar duas ilhas de Manhattan ou toda a cidade de São Francisco.

13) É comum ver crianças e adultos circulando pelos parques com adereços que fazem referência ao personagem principal da Disney, o Mickey Mouse. A quantidade de orelhas do ratinho que são vendidas a cada ano em Orlando seria suficiente para enfeitar a cabeça de todos os homens, mulheres e crianças do Condado de Orange, na Flórida, que tem pouco mais de 3 milhões de habitantes.

14) A quantidade de camisetas dos personagens da Disney vendidas na área do Walt Disney World Resort seria suficiente para vestir todos os residentes de Montana, estado ao norte dos Estados Unidos, que tem cerca de 902 mil habitantes.

15) As mais de 30 toneladas de frutas e vegetais que crescem no pavilhão The Land, que fica no Epcot, são servidas em todos os restaurantes da Walt Disney World.

16) O Taumata Racer, escorregador do Aquática com oito pistas e 91 metros de comprimento, tem o nome de um monte de 91 metros de altura que fica no sul da Baía Hawke, na Nova Zelândia. O Taumata é uma abreviação para o nome original Maori de 84 letras:
Taumatawhakatangihangakoauauotameteaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhenakitanatahu

17) Em 2011, com 55,1 milhões de visitantes, Orlando bateu recorde e passou a ser a primeira cidade dos Estados Unidos a receber mais de 55 milhões de turistas no ano, um aumento de 7,2% em relação a 2010.

18) O Animal Kingdom reúne cerca de 15 mil animais, representando 250 espécies, a maioria adquirida em zoológicos credenciados pela Associação de Zoológicos e Aquários.

19) No Discovery Cove, os golfinhos podem ajudar homens e mulheres a pedir a mão do amado em casamento. Durante a experiência de nadar com o golfinho, o animal chega carregando uma mensagem especial: uma pequena boia com a mensagem “Quer se casar comigo?”.

20) Nos últimos 50 anos, quando os programas de resgate do SeaWorld começaram, mais de 20 mil animais feridos, órfãos e doentes foram salvos, tratados e, na maioria das vezes, devolvidos à natureza. É mais de um animal por dia desde 1964.

21) No alto do Castelo da Cinderela existe uma suíte, originalmente concebida para o próprio Walt Disney e sua família, quando visitassem a Flórida. O quarto não pode ser alugado e só é aberto para eventos especiais.

22) Desde a cerimônia de inauguração, em junho de 2010, mais de 2 milhões de cervejas amanteigadas foram vendidas no The Wizarding World of Harry Potter, no Islands of Adventure, da Universal Studios.

23) O trem Hogwarts Express, localizado na frente da Hogsmeade no The Wizarding World of Harry Potter, no Islands of Adventure do Universal Studios, é uma réplica exata do utilizado em um dos filmes do bruxo.

24) Nunca, em hipótese alguma, um visitante dos parques da Disney irá ver mais de um do mesmo personagem circulando pelo parque. Sim, existe mais de uma pessoa responsável por interpretar uma princesa, por exemplo, mas ela jamais irá aparecer em dois lugares ao mesmo tempo.

Fonte: Terra

Florida Mall – Grandes novidades chegando

florida-mall-grandes-novidades-chegandoO famoso shopping Florida Mall anunciou a construção de uma nova praça de alimentação e também a reformulação de sua entrada.

A nova praça de alimentação contará com mais 16 novos restaurantes, todos voltados para alimentos mais leves e saudáveis. Este novo projeto vai duplicar a capacidade disponível.

Uma área de 9.700 metros quadrados será reaproveitada para a construção da nova praça de alimentação.

“A nova praça de alimentação será diferente de qualquer outra existente. O design do espaço vai criar um ótimo ponto de encontro para os clientes que visitam o shopping e para os diversos profissionais que trabalham nas diversas lojas e escritórios”, disse Brian Hanson – Gerente Geral do Florida Mall.

“Temos uma grande demanda para qualquer tipo de espaço no Florida Mall” – disse Brian Hanson, “portanto a capacidade de reposicionar o espaço existente e criar novos mini-âncoras, lojas e restaurantes é uma oportunidade fantástica para melhorarmos o atendimento aos nossos clientes.”

Outro importante acontecimento será a reformulação da entrada do shopping; Esta obra vai acomodar melhor o enorme fluxo de pessoas que circulam diariamente.

A área de alimentação atual deverá ter novos espaços comerciais. A loja American Girl já confirmou a abertura de sua primeira loja em Orlando ainda neste ano e o local escolhido foi o shopping Florida Mall. Para quem ainda não conhece, a loja American Girl é dedicada para as garotinhas e suas bonecas. É possível customizar uma boneca com a aparência de sua filha, acessórios, e roupas iguais das bonecas para as filhas! Muito legal!!! Eles tem ainda um salão de beleza dedicado as bonecas, um estúdio fotográfico para as meninas e bonecas e em algumas unidades como Nova York e Los Angeles são servidos refeições especiais.

Fonte: Parques de Orlando

 

Downtown no high society: encantos do centro de Miami

downtown-no-high-society-encantos-do-centro-de-miamiMIAMI – Fala-se em Miami e o brasileiro logo pensa em compras, outlets e shoppings, ainda mais às vésperas da Black Friday, dia 29. Depois lembra das praias, areias, palmeiras e nos predinhos art déco de Miami Beach. Mas o centrinho da porção continental de Miami, chamado popularmente de Downtown Miami, também anda cativando grande parte das atenções ultimamente.

Downtown Miami vive, nos últimos anos, um grande renascimento. Sim, é verdade que Miami Beach continua atraindo os holofotes; tanto que a badalada Art Basel, uma das maiores e mais importantes feiras de arte do mundo, acontece novamente por lá no começo de dezembro. Mas o perímetro de Brickell ao Design District virou a menina dos olhos da vida noturna descolada, da hotelaria de luxo, dos restaurantes de grandes chefs, das grandes marcas da moda e, sobretudo, da arte.

Dois hotéis ajudaram na mudança de perfil, do grande centro executivo e financeiro para algo mais sofisticado e interessante: Mandarin Oriental, na Brickell Key, e Four Seasons, na Brickell Avenue — este, em seu 10º aniversário, já tem nos brasileiros seu segundo maior público entre os hóspedes. Tudo sem perder o climão de veraneio típico da Flórida visível, por exemplo, nas imensas palmeiras que estão por toda parte, seja acompanhando o percurso da Brickell Avenue e do Biscayne Boulevard ou mesmo dentro de hotéis.

Por outro lado, a região é fértil também em restaurantes, museus, lojas, vida noturna e eventos, muitos eventos. Do Distrito Financeiro à grande arena montada pela American Airlines, tem sempre alguma coisa acontecendo, todos os dias.

Arte e compras: novo museu ao lado de estilistas

Em Downtown os arranha-céus espelhados e de arquitetura arrojada dividem espaço com construções de outros tempos, como a Freedom Tower (erguida durante o mediterranean revival da cidade em 1925, inspirada na La Giralda de Sevilha, Espanha) e o curiosíssimo Miami Circle, uma ruína arqueológica, também conhecida como Miami Circle e Brickell Point Site, que pode ter dois mil anos de existência e foi descoberta por acaso durante a construção de um edifício de apartamentos de luxo em 1998 no 401 da Brickell Avenue.

No mundo das artes, o centro de Miami agora é rei também. Tudo começou na porção norte, quando Tony Goldman transformou o então caído e abandonado bairro de Wynwood ao criar suas Wynwood Walls em 2009, as paredes e muros grafitados por grandes nomes da arte contemporânea que encheram de vida o local. Hoje, o “bairro das artes”, como é costumeiramente chamado, já foi tomado por galerias charmosas, lojinhas independentes, cafés e bares cheios de bossa (tendência trazida pelo divertido e colorido Wynwood Kitchen & Bar, até hoje um marco por ali) e até food trucks venerados pelos frequentadores da área.

O renascimento para as artes movimentou os museus da área, como Miami Science Museum, Miami Art Musem (MAM) e Historical Museum. E hoje Miami conta também com o novo Museum Mile Cultural Pass, um passe turístico com o objetivo de facilitar a vida do visitante interessado em arte, oferecendo ingresso em quatro dos principais museus da cidade, além de outros benefícios em lojas, restaurantes e serviços.

Mas as novidades artísticas não pararam por aí: o tão esperado Pérez Art Museum (pamm.org), dedicado à arte dos séculos XX e XXI, finalmente abrirá sua portas na primeira semana de dezembro. Além dos espaços tomados pela arte, terá também um restaurante pilotado pelo chef-celebridade Stephen Starr no interior.

Quem viaja com crianças vai gostar do recém-inaugurado Miami Children’s Museum (miamichildrensmuseum.org), na ilhota Watson Island, onde fica também o parque Jungle Island (jungleisland.com), já a caminho de Miami Beach.

Fonte: O Globo

Acompanhe aqui a entrevista com Anthony Korda e Renata Castro Alves sobre o funcionamento do EB-5

acompanhe-aqui-a-entrevista-com-anthony-korda-e-renata-castro-alves-sobre-o-funcionamento-do-eb-5AcheiUSA: Como funciona o visto EB-5? E a família do investidor também é beneficiada?
Anthony Korda: O visto EB-5 foi criado para atrair investidores estrangeiros, em contrapartida o governo americano oferece green card provisório de dois anos e, se o negócio em que ele investiu continuar existindo e empregando pelo menos 10 pessoas, o investidor tem direito a requerer residência permanente. Dali a três anos, se quiser, pode requerer a cidadania americana. Mas o investimento tem que ser de 500 mil ou um milhão de dólares, não existe valor intermediário. E o negócio em que ele vai investir o dinheiro precisa estar em uma área designada pelo governo e aprovado pelo governo como um empreendimento que se qualifica para investimento estrangeiro. O negócio precisa ser uma nova empresa. A família do investidor, incluindo esposa e filhos abaixo de 21 anos, também consegue o benefício do green card. Ele investe no negócio, mas não é dono nem tem nenhum tipo de envolvimento na administração, é apenas o dinheiro dele que entra como um empréstimo e ele recebe de volta parte do dinheiro após cinco anos. Em alguns casos quase todo o dinheiro de volta.

AU: Quem pode ser o investidor?
Renata Castro Alves: Não é qualquer pessoa que pode investir. Ele precisa provar de onde veio o dinheiro. Nisso os brasileiros estão se dando bem, porque já vêm de uma tradição tributária forte, por isso, na maioria das vezes, os brasileiros investidores têm toda a documentação correta e não acham nada difícil o EB-5, por isso são aprovados mais rápidos do que outros países. Normalmente esse processo leva de quatro meses a um ano. Para garantir o sucesso de cada investidor, nós fazemos uma diagnóstico completo do cliente antes de apresentar os projetos aptos a receber investimentos, se ele não passar pelos critérios, não segue adiante.

AU: O investidor pode abrir seu próprio negócio ao invés de investir em um empreendimento já designado pelo governo americano?
RCA: Sim pode. Mas quando vê que 500 mil dólares não é o suficiente para abrir nenhum tipo empreendimento aqui nos EUA com 10 empregados em período integral, pagar as taxas e se manter o tempo necessário para se qualificar para o green card permanente ele desiste. O investidor percebe que o melhor negócio é encontrar uma oportunidade de investimento dentro dos centros regionais estabelecidos pelo governo americano. Mas a dica é saber escolher esse negócio em que ele vai investir, porque se o negócio fechar as portas antes dos dois anos o investidor vai perder o green card. Por isso a necessidade de escolher uma empresa competente para assessorá-lo. É como um casamento com um cidadão americano, a diferença é que o investidor ‘casa’ com uma empresa americana.

AU: Tem muitos brasileiros investindo nos EUA?
RCA: Todo dia recebemos telefonemas de brasileiros interessados em sair do Brasil e morar definitivamente nos EUA. São empresários que não encontram o mesmo tipo de segurança e estilo de vida no Brasil. São pessoas que já sofreram algum tipo de violência como sequestro, assalto, roubo e querem um local mais seguro para criar os filhos. Muitos continuam entre os dois países, deixando a família nos EUA e mantendo somente negócios no Brasil. Tivemos vários clientes brasileiros aprovados.

AU: Quais são as dificuldades em conseguir aprovação no processo de EB-5?
AK: A parte mais difícil é provar de onde vem o dinheiro investido. Muitos países tem taxação diferente dos EUA e as pessoas acabam usando muito dinheiro por baixo do pano o que dificulta. Os EUA também querem evitar ao máximo a lavagem de dinheiro, por isso a fonte dos recursos é um grande problema na hora do EB-5. No lado brasileiro isso não é problema, o Brasil exige muitos documentos de seus cidadãos. É nesse momento que a burocracia brasileira ajuda o interessado a emigrar para os Estados Unidos. São tantos detalhes que nosso trabalho, como advogados de imigração especializados em EB-5, fica fácil.
RCA: Mas, por outro lado, alguns que hoje estão bem financeiramente lá já estiveram aqui e ficaram além do permitido. Isso é um problema. Outra coisa difícil para os brasileiros é entender os riscos de investir 500 mil em um projeto. Ele precisa estar seguro que se o projeto falhar ele pode perder o green card, mas se for feito de maneira correta as chances de sucesso são muito grandes, acima de 90%. O brasileiro também quer saber qual será o retorno financeiro disso. O retorno é conseguir a cidadania americana. O visto EB-5 não faz ninguém rico.

AU: Que tipo de empresário brasileiro quer investir nos EUA?
RCA: Por lei é muito difícil conseguir um visto de trabalho, por isso o EB-5 tem sido visto como grande opção para brasileiros que podem investir. Principalmente, porque assim que seu green card é aprovado ele pode começar a desenvolver suas atividades nos EUA legalmente.
AK: Os brasileiros se sentem atraídos por terem uma grande comunidade aqui, principalmente na Flórida. São médicos, advogados, juízes que querem continuar trabalhando na sua área e encontram no EB-5 uma opção segura e rápida para conseguir o green card. São pessoas que querem uma oportunidade de imigrar legalmente. As razões são várias, inclusive sair do Brasil por questões de segurança.

AU: É possível vir para os EUA com o visto de turista ou estudante, abrir o próprio negócio e se qualificar para o visto EB-5?
AK: Ele precisa saber que 500 mil dólares não será suficiente para abrir um negócio nos EUA e manter 10 empregados em tempo integral. Profissionais como advogados, médicos e juízes não precisam empregar tanta gente, por isso para eles essa opção de abrir o próprio negócio nem sempre funciona. Se investir um milhão de dólares, o teto para o EB-5, e o projeto dele falhar em dois anos enquanto ainda tiver o green card provisório, ele e toda sua família serão obrigados a sair dos EUA. Já com o centro regional ele não está envolvido em nada do projeto, é somente o dinheiro que ele investe e pronto. Os centros regionais são geralmente projetos grandes com vários investidores e os empregos indiretos contam, o que facilita. Vim como investidor, a empresa que hoje eu tenho aqui, nunca se qualificaria para o EB-5. Existe outro tipo de visto o L1, mas não é oferecido para os brasileiros e somente dura cerca de sete anos.

AU: Recentemente a mídia americana publicou notícias sobre a fraude no visto EB-5. O que você pode falar sobre isso?
RCA: Nós temos vistos muitos profissionais oferecendo assessoria em visto EB-5, pessoas sem licença para oferecer esse serviço. Os riscos que o investidor corre são muito grandes. Temos informação de pessoas que investiram em um projeto em Orlando, colocaram todo o seu dinheiro e quando solicitaram o green card, o que só pode ser feito após a entrada no dinheiro nos EUA, a imigração americana negou o pedido. Isso aconteceu porque o projeto escolhido pelo investidor não era um projeto qualificado para dar visto a ele. Foi uma assessoria equivocada. É preciso muito cuidado ao escolher o projeto e a assessoria. Nada é perfeito. O visto EB-5 é um meio de se tornar um residente legal dos EUA e não de oferecer retorno financeiro.
AK: É uma pena que essas coisas estejam acontecendo, mas por outro lado mostra que mais e mais pessoas estão interessadas no visto EB-5. Quando comecei em 2006 existiam apenas três centro regionais nos EUA, agora são 454 centros e inúmeros projetos em cada centro. Infelizmente é inevitável que surjam fraudes, mas agora o governo americano está mais envolvido com o assunto, porém ainda não existe um departamento regulador. Meu conselho é que fiquem alertas quando os projetos prometem retorno financeiro muito alto, normalmente o retorno é entre 0% a 2%. Outra dica é escolher projetos que durem pelo menos até o investidor por as mãos em seu green card permanente, se o projeto falir depois que ele foi aprovado para o green card permanente o visto do investidor e sua família não é afetado.

AU: Quais são os centros regionais de investimento na Flórida?
AK: Tem muitos projetos disponíveis. A rede de fast food Voo Doo é um deles. Todos os investidores já foram aprovados e estamos esperando outra grande rede de restaurantes chegar no sul da Flórida em 2014. Essa nova rede Twin Peaks será expandida com investimentos estrangeiros, inclusive de brasileiros. Para cada dois restaurantes Twin Peak haverá 19 investidores. Mais informações sobre os centros regionais aprovados pelo governo podem ser encontradas no site do departamento de imigração americana. Vale lembrar que esses projetos dos centros regionais não têm investimento público, eles são todos privados.

Fonte: AcheiUSA

Franquia é porta de entrada para empreendedor fora do Brasil

franquia-e-porta-de-entrada-para-empreendedor-fora-do-brasilNem o fracasso fez Salim Bukahi, 59, desistir do desejo de ter um negócio nos Estados Unidos.

Em meados dos anos 2000, ele tentou levar uma confecção brasileira ao país, mas a empresa não deu certo.

Bukahi decidiu, então, mudar de ramo e aderir ao sistema de franquias, caminho mais comum para estreantes em negócios, nos Estados Unidos.

Ele diz que decidiu investir no segmento por causa do apoio que a franqueadora propicia. “Estou comprando conhecimento de trabalho de anos. Já é uma estrutura montada”, diz Bukahi, hoje dono de três lojas de alimentação Subway na Flórida.

A rede tem ao menos outros seis brasileiros franqueados nos Estados Unidos.

Todo mês, três empresários do Brasil, em média, procuram ajuda para repetir os caminhos trilhados por Bukahi e seus colegas.

As alternativas vão desde negócios menores, como um posto de entregas de encomendas, até uma grande unidade de restaurante.

Enquanto o investimento na primeira opção começa em cerca de US$ 150 mil (R$ 330 mil), na segunda, a cifra facilmente supera US$ 1 milhão (R$ 2,2 milhões).

Para o empresário maranhense Armando Silva, 32, os US$ 500 mil (R$ 1,1 milhão) pagos pela loja de alimentação Chickenow são uma diversificação nos negócios que têm no Brasil, entre eles duas franquias do mesmo ramo.

Ele afirma que há espaço para investir mesmo em um mercado maduro como o americano. “As franquias continuam se reinventando, criando outros conceitos. Demanda sempre existe”, diz.

O movimento de brasileiros à procura de novos negócios fez com que a imobiliária Elite International criasse um segmento para atender clientes que até então investiam só em imóveis nos EUA.

As franquias passaram a integrar a carteira de opções oferecidas em feiras organizadas para investidores brasileiros.

Fonte: Folha de São Paulo

Renda garantida e em dólar

renda-garantida-em-dolarBrasileiros descobrem o arrendamento triple net e compram imóveis nos estados unidos para alugá-los a redes de varejo e de fast-food

Desde criança, o empresário maranhense Armando Oliveira Silva Júnior ouve seu pai dizer que terra sob os pés é o melhor investimento. A lição foi bem aprendida. Atualmente, Silva Júnior é dono de uma incorporadora e de uma construtora em São Luís, capital do Maranhão. Contudo, a influência paterna não é a única. “Também aprendi com minha avó a não colocar todos os ovos em uma só cesta”, diz ele. “Por isso, há dois anos eu inaugurei em São Luís duas lojas da franquia Bebelu, uma rede de fast- food nordestina.” O empresário tomou gosto pelo ramo de alimentação e adquiriu duas franquias da rede Chicken Now em shoppings na Flórida. A incursão no mercado americano o fez voltar aos imóveis.

Sua próxima tacada será a compra de um prédio comercial em Miami, por US$ 1,7 milhão, que será alugado para uma franquia da rede de lanchonetes Wendy’s. A diferença é que Silva Júnior vai apostar em uma modalidade de investimento imobiliário que só agora está sendo conhecida pelos investidores brasileiros: o arrendamento triple net. Nesse modelo, os três grandes gastos com o imóvel – manutenção, seguros e imposto predial – são de responsabilidade exclusiva do inquilino. O rendimento desse investimento varia entre 6% e 8%, ao ano, tendo como referência o valor do imóvel. O ganho não é dos maiores, mas o investidor pode se dar ao luxo de uma vida sossegada.

“Não tenho de me preocupar com nada, preciso só escolher o imóvel e comprá-lo”, diz Silva Júnior. Essa sensação de tranquilidade é de longo prazo. A praxe no mercado americano é estabelecer contratos de locação com duração de até 20 anos. Dependendo do contrato, o valor é corrigido anualmente ou a cada quinquênio. “No meu caso, a cada cinco anos, o aluguel será reajustado em 8%. Tenho mais 18 anos de contrato”, diz Silva Júnior. A ausência de dores de cabeça é uma das características desse produto, que movimenta bilhões nos EUA. O valor do aluguel não se altera se houver uma troca de telhado, por exemplo. “A responsabilidade é do inquilino”, afirma Alex Wolak, diretor comercial da imobiliária Elite International Realty, com sede em Miami, que tem fechado cerca de US$ 130 milhões em negócios desse tipo por ano.

Assim como Silva Júnior, mais brasileiros estão procurando contratos do tipo triple net. “Cerca de 85% da procura vem de investidores do Brasil”, afirma Wolak. Ele garante que cinco fundos brasileiros já os procuraram para fazer negócio. “Um deles investiu US$ 25 milhões em quatro meses.” A missão de Wolak foi encontrar sete edifícios para compor o fundo, que espera um retorno de 6,5% ao ano. “O objetivo deles é investir até US$ 100 milhões nos próximos anos.” De acordo com Wolak, uma das características do mercado americano é que as condições do contrato mudam pouco em virtude da localização. “Pouco importa se o prédio fica em Miami ou em Nova Orleans, a rentabilidade e as garantias do aluguel são muito parecidas”, diz ele.

Há outra vantagem. Em geral, os imóveis são ocupados por empresas ligadas a grandes corporações, como redes de fast-food e bancos. Pelas regras do mercado americano, a maior parte dos contratos estabelece que, se o inquilino não pagar o aluguel, a rede assume essa responsabilidade. Ou seja, se uma lanchonete do Burger King quebrar, a rede pode trocar de franqueado, mas não cancela o contrato. “Em casos extremos, a rede subloca o imóvel, mas não deixará de pagar o aluguel”, diz o corretor. “O maior risco é o de a rede falir.” Em alguns casos, a própria rede compra o prédio, reforma e o revende a investidores – afinal, ter imóveis não é o seu negócio principal.

No Brasil, existem opções similares, mas a lei brasileira não exige o cumprimento do contrato até o fim. Como comprar? O primeiro passo é ter uma conta bancária nos Estados Unidos. O valor dos imóveis varia de US$ 1 milhão a US$ 60 milhões, dependendo da finalidade e do tamanho. Se precisar de financiamento e comprovar solidez financeira, o investidor pode obter um empréstimo bancário de até 60% do valor da compra. A legislação fiscal americana também oferece vantagens. Se um investidor comprar um edifício por US$ 1 milhão e revendê-lo por US$ 1,5 milhão, terá, é certo, de pagar imposto sobre o lucro, mas pode adiar o acerto com o Fisco se reinvestir o produto da venda.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados na hora de trazer o dinheiro para o Brasil e declará-lo – todo e qualquer investimento no Exterior tem de ser informado à Receita Federal, com seus valores atualizados pela cotação do dólar no momento de elaboração da declaração. Dependendo do carimbo na hora da entrada, o Leão pode cobrar entre 15% e 27,5% do ganho, variando de acordo com fatores como volume dos recursos e sua origem. Por isso, muitos investidores seguem o caminho de Silva Júnior e remetem o dinheiro para fora sem passagem de volta. “Vou reinvestir os lucros nos Estados Unidos, só não sei se vou comprar mais uma franquia ou um novo triple net”, diz ele. “Considero um rendimento de 6% um baita ganho, pois não tenho trabalho para administrar o imóvel.”

Fonte: Isto É Dinheiro

NÃO RESIDENTES comprando propriedades nos EUA

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A. O Papel dos Advogados na Aquisição de Imóveis
A compra de imóveis nos EUA sem a assistência adequada pode tornar-se numa operação complexa. Além do vocabulário desconhecido, há uma série de complexas questões legais e de título que irão surgir. O papel do advogado nos EUA é mais ativo do que em países de direito civil de latino America. Transações imobiliárias envolvem um advogado que atuará em muitos casos em uma capacidade semelhante ao um Notário Público em jurisdições de direito civil. O trabalho do advogado é guiá-lo, o cliente, através deste processo. Desde o início, o advogado será capaz de aconselhar sobre a operação, as responsabilidades envolvidos, e as conseqüências fiscais. O advogado irá rever todos os detalhes da transação, garantindo que suas necessidades sejam satisfeitas. Ter a participação de um advogado é essencial para proteger o seu investimento e sua segurança financeira. O sistema legal nos EUA têm leis estaduais, que variam de estado em estado, e leis federais que se aplicam em todos os estados. Este artigo irá concentrar-se na lei da Flórida.

Algumas das responsabilidades de um advogado antes da compra de um imóvel serão:
* Rever o Contrato de Compra e Venda e aconselhá-lo sobre as conseqüências jurídicas e obrigações;}
* Aconselhar sobre os prazos previstos no Contrato;
* Explicar quaisquer responsabilidades potenciais que você pode estar assumindo;
* Ajudá-lo a compreender o efeito de quaisquer problema com o título da propriedade;
* Discutir formas alternativas de financiamento;
* Discutir como você deve levar o título, isto é, pessoa física, pessoa jurídica, ou outra alternativa;
* Analisar e discutir os requisitos de seguro ou recomendações, tais como responsabilidade, fogo, furacão e outros perigos.

Uma vez que um contrato é executado, o advogado irá realizar serviços importantes, dependendo da operação, tais como:

* Obter uma pesquisa do título, avaliar o estado do título, e exigir recursos legais apropriados para curar defeitos;
* Preparar ou revisar a escritura e outros documentos de fechamento, e informá-lo sobre quaisquer disposições que possam afetar seus interesses;
* Interpretar e aconselhar sobre todos os documentos legais relacionados ao título e á operação, incluindo ações, hipotecas, e escritura;
* Preparar documentos de transferência para cobrir qualquer propriedade pessoal incluída na venda;
* Investigar leis de zoneamento e outras restrições de uso governamentais;
* Discutir os impostos de renda e propriedade, e outras conseqüências fiscais de sua propriedade;
* Verificar a existência de gravames não registrados na cidades, município, e condado;
* Explicar o alcance da Apólice de Seguro de Título, e
* Explicar a estrutura do imposto predial.

i) Apólice de Seguro de Título.
Ter o título limpo do imóvel que está comprando é essencial. Isto significa que, após o fechamento, o título estará livre de endividamentos, gravames, ou outros defeitos. Quando o título esta limpo ele é conhecido como “título comercializável.” Receber uma escritura por si só não garante que você está recebendo um título negociável.

Um advogado pode ajudar a garantir a comercialização do título que você está recebendo através da realização de um exame de título da propriedade. Trata-se de pesquisar os registros públicos, certificar os anteriores proprietários, hipotecas, sentenças judiciais, processos de inventários e divórcios, arrestos, penhoras fiscais e de construção, e outros assuntos que possam afetar o título. Se a pesquisa revela defeitos no título, o vendedor pode ser forçado a realizar um processo judicial para limpar os defeitos.

Mesmo assim, existem defeitos ocultos, que não podem aparecer mesmo em um exame minucioso do título. Estes podem incluir:
– Escrituras perdidas ou falsificadas;
– Um assinante casado que representa a si mesmo como solteiro;
– Alegações de herdeiros;
– Erro de transcrição feita no tribunal quando os documentos anteriores foram registrados;
– Descrição legal da propriedade incorreta;
– Instrumentos assinados por menores de idade;
– Instrumentos assinados por pessoas mentalmente incapacitadas;
– Título tomado como um resultado de uma testamento indevidamente executado; ou
– A confusão do título resultante de nomes semelhantes.

O seguro de título irá ajudar a proteger você e sua propriedade contra tais defeitos ocultos, cobrindo os custos de defender seu título no tribunal, em caso de necessidade. Os advogado são geralmente agentes das companhias de seguros do título e ganham uma parte do Premium. Se você está obtendo uma hipoteca como parte da compra, o banco vai exigir que você obtenha um seguro que irá assegurar a hipoteca do banco na propriedade.
O seguro de título que protege ao empréstimo hipotecário não protege aos interesses da propriedade. Você precisa de um seguro de titulo para isso. A apólice do proprietário é um acordo que a seguradora vai pagar todas as perdas envolvidas em qualquer sinistro coberto pelos termos do seguro. A apólice prevê dois tipos de cobertura:

Se alguém contesta o título segurado em uma ação legal, a seguradora irá defender o título sem nenhuma despesa para você. Se houver um defeito no seu título, que não pode ser eliminada, o seguro de título protege você da perda financeira. Assim, você será reembolsado até o montante do seguro que em geral é o valor de compra da propriedade.
Você paga por o seguro de titulo só uma vez. O custo tem base no preço de compra do imóvel, e a proteção continua em vigor para sempre, mesmo depois de vender a propriedade em questão. Um advogado, formado nas complexidades do direito imobiliário, é a pessoa melhor qualificada para emitir a apólice do seguro de titulo de sua propriedade. Em muitos estados nos EUA, a empresa que emite o seguro de título simplesmente prepara os documentos, mas não representa legalmente ao comprador ou tem a obrigação de proteger seus interesses fora do seguro de título.

B. Outros Profissionais envolvidos em uma transação.
Muitos outros profissionais estão envolvidos em uma transação imobiliária. Os advogados terão que coordenar seus esforços com todos eles. É importante saber quais são seus papéis e a quem eles representam.

O agente imobiliário ou corretor.
A maioria dos compradores estrangeiros contratam um corretor de imóveis para ajudá-los a encontrar a propriedade correta. Existem corretores especializados em imóveis residenciais e em imóveis comerciais. O corretor de imóveis pode ser contratado por o vendedor para listar o imóvel à venda (“Agente de Vendas”) ou por o comprador, para encontrar o imóvel e ajudar na negociação dos termos do contrato (“Corretor Comprador”). Ambos corretores de imóveis são pagos pelo vendedor, e a comissão geralmente é de 6% do preço de venda (3% para o Agente de Vendas e 3% para o Corretor Comprador. Em alguns negócios comerciais, a Comissão poderia ser até 10%. Um agente pode ajudar ao comprador a encontrar o imóvel adequado, e a fornecer informações gerais sobre o mercado, bairros, etc. É importante saber se o corretor está representando ao comprador, ou se ele é um corretor sem o dever de manter em confidencialidade as informações do comprador.

O Emprestador.
A maioria das transações imobiliárias são financiados através de um emprestador institucional, como um banco ou um corretor de hipotecas. Emprestadores devem cumprir uma série de leis estaduais e federais, incluindo o “Patriot Act” que exige ao banco conhecer em detalhe as informações do cliente, incluindo a origem dos fundos e a atividade empresarial.
Para obter essas informações, o emprestador irá fazer um pesquisa do crédito do mutuário e irá pedir cartas de referência. O emprestador deve determinar que o comprador não representa um risco excessivo, e também vai avaliar o imóvel para determinar o seu valor. Os corretores de hipotecas estão licenciados para aceitar os pedidos de empréstimos. Eles normalmente irão cobrar uma taxa para ajudar aos mutuários na obtenção das melhores taxas de juros e processar os documentos necessários para a aprovação do empréstimo. O montante de financiamento para as compras geralmente varia entre 60% – 70% empréstimo de valor, dependendo do preço de compra e o tipo de propriedade. Em acordos comerciais, o empréstimo de valor é geralmente 50% – 60%.
O Avaliador.
Quando você está obtendo um empréstimo, o emprestador terá primeiro que solicitar uma avaliação do imóvel. Um avaliador é um especialista licenciado que afirma a sua opinião sobre o valor de mercado do imóvel. Essa determinação se baseia em uma visita e avaliação do imóvel. Avaliadores são contratados para ser imparciais, não importa quem está pagando a sua taxa. Note, no entanto, que se você tem duvidas do resultado da avaliação, você pode contratar outro avaliador para um segundo exame. Emprestadores vão emprestar normalmente com base no valor da avaliação e não o valor de compra-venda do contrato.

Os Inspetores.
O inspetor também examina a propriedade mas de maneira mais profunda do que o avaliador. O papel do inspetor é fornecer um reporte objetivo da condição física do imóvel. Uma inspeção geralmente é feita se a propriedade não é construção nova, mas uma revenda. Nas construções novas, o desenvolvedor irá inspecionar com o comprador a unidade antes de fechar e vai garantir a condição da propriedade, pelo menos, por um ano para a maioria dos defeitos e até três anos para outros tipos de defeitos. Além do inspetor da condição física da propriedade, pode haver também um inspetor que irá certificar que os limites de propriedade e a descrição legal estão corretas.

C. Tipos de propriedades.
Existem geralmente dois tipos de propriedades: comerciais e residenciais. Propriedades comerciais podem consistir de terrenos baldios, propriedades para alugar, ou edifícios de escritórios. Terrenos baldios estão geralmente zoneados para uso comercial ou para construir edifícios residenciais. Propriedades para alugar podem ser centros comerciais, escritórios ou edifícios residenciais de aluguel. A maioria dos imóveis residenciais são casas para uma família, condomínios ou moradias.

i) propriedades comerciais.
Os contratos para os imóveis comerciais podem ser preparados pelos corretores ou pelos advogados que representam o comprador ou vendedor. A maioria dos contratos prevêem uma prestação de devida diligência para permitir aos compradores inspecionar o imóvel e determinar se ele é adequado para suas necessidades. O comprador vai usar este período de tempo, geralmente 45 a 60 dias, para solicitar um reporte ambiental, solicitar um compromisso de empréstimo de um emprestador, rever as leis de zoneamento e licenças de construção, e um estudo de viabilidade geral da propriedade. Se o comprador decide dentro do prazo de devida diligencia que a propriedade não é adequada, então o depósito inicial será devolvido e o acordo será cancelado.
As leis que regulam o uso da terra são muito específicas e normalmente requerem a assistência de um advogado para analisar se o uso pretendido é permitido por as leis de zoneamento. Uma vez que a questão de zoneamento foi resolvido, o comprador terá que obter a aprovação da construção ou remodelação dos distintos departamentos governamentais que vão emitir as licenças de construção.

ii) Propriedades Residenciais.
Imóveis residenciais são geralmente apartamentos, moradias, condomínios ou residências uni-familiares. As propriedades podem ser construções novas se o vendedor e o desenvolvedor ou uma revenda.

Os contratos de vendas de novos condomínios são preparados pelo desenvolvedor e, geralmente, estabelecem un deposito inicial de um 20-30% durante a pré-construção e permitirá que o desenvolvedor tenha até 2 anos ou mais para terminar a construção. 10% do depósito será mantido em custódia com terceiros e o restante poderá ser utilizado pelo desenvolvedor em construção. Por isso, é importante escolher um desenvolvedor de renome já que os depósitos adicionais estarão em risco. A maioria dos contratos por parte dos desenvolvedores não estão sujeitos a financiamento. Se o comprador é incapaz de obter financiamento, o depósito esta em risco. Os desenvolvedores costumam cobrar uma taxa de fechamento de 1,5% – 1,75% além do preço de compra para pagar algumas das despesas finais. Algumas das unidades vendidas serão vendidos “decorador pronto”, que significa que não terão revestimento ou acabamentos. Isto significa que você terá que terminar o apartamento.

Re-venda de unidades ou casas uni-familiares são tratados inicialmente pelos corretores. O corretor do vender listará o apartamento e o corretor de compra vai encontrar o comprador. O Contrato usado muitas vezes é uma forma elaborada pela associação de corretores de imóveis e advogados. Advogados devem sempre rever os contratos antes da execução. Em muitas ocasiões, os clientes vão primeiro a assinar o contrato e depois trazer para o advogado. Mas neste caso, o advogado não pode alterar nenhum dos termos, se o contrato foi assinado pelo vendedor e portanto totalmente executado. Depois que o contrato é executado, o advogado irá ajudar ao comprador como foi explicado acima.

A devida diligencia em contratos residenciais consiste geralmente de um período de inspeção para determinar que todas as estruturas, equipamentos, telhado, e outras amenidades estão funcionais. Este período de inspeção é geralmente não é mais de 10 dias. Contratos residenciais podem ter uma contingência de financiamento para permitir que o comprador obtenha um compromisso de empréstimo de um emprestador. O período de contingência de financiamento é geralmente de 30-45 dias.

iii). Custos.
Os custos envolvidos na compra de um imóvel variam dependendo se a compra será financiada através de um emprestador institucional. As despesas totais podem variar entre 1% – 2,5% do preço de compra. Além disso, os bancos vão exigir algum pagamento de juros e impostos imobiliários. Se a propriedade é um novo desenvolvimento, o desenvolvedor geralmente cobra 1,5% – 1,75% do preço de compra como uma taxa de fechamento. As despesas totais de fechamento e pagamentos antecipados em uma compra residencial com financiamento, portanto, variam de 3% – 5% do preço de compra. Em acordos comerciais, as despesas também irá incluir um reporte ambiental e comissões de apreciação que será mais caras do que em negócios residenciais. Outras despesas são semelhantes.

Os gastos de uma propriedade irão incluir os impostos imobiliários, seguros e quaisquer taxas de manutenção, se o imóvel está em uma associação de condomínio ou de proprietários. Os impostos imobiliários variam de cidade para cidade, mas são entre 1,5% e 2% do preço de compra. Os impostos imobiliários são pagos uma vez por ano, em atraso. No condado de Miami-Dade, os impostos são pagos em novembro, com um desconto de 4%. A taxa de manutenção para condomínios dependerá do tipo de construção e do tamanho da propriedade. Os seguros necessários para uma residência unifamiliar na Flórida podem incluir seguros contra riscos, responsabilidade, inundações e furacão. Em condomínios, o seguro para as áreas comuns é incluído na manutenção mensal. Os custos de seguro também dependem da quantidade de cobertura fornecida.

D. Estruturas disponíveis para levar o titulo do imóvel.
O seguinte é um resumo das estruturas preferenciais disponíveis para a compra de imóveis nos EUA. Como premissa básica, toda a renda derivada dos EUA é tributável, independentemente do tipo de entidade que possui tal negócio. Isto é verdade se a entidade for uma pessoa física, empresa dos EUA ou off-shore.

i) Pessoa Fisica.
Se uma propriedade que gera renda por concepto de aluguel é comprada em nome de um indivíduo estrangeiro, essa pessoa vai ter que pagar impostos sobre o rendimento gerado pelas rendas mediante a apresentação de uma declaração fiscal nos EUA antes do 15 de abril de cada ano. As taxas de imposto para indivíduos variam entre 10% e 35%. Para apresentar uma declaração, você terá que solicitar um número ITIN com o Internal Revenue Service e divulgar determinadas informações pessoais, incluindo o país de origem e fornecer o seu passaporte. Se a propriedade não é alugada, você não pode acumular perdas ou capitalizar as despesas para compensar qualquer ganho futuro. A principal vantagem de manter a propriedade como um indivíduo, outra do que a simplicidade, é uma taxa reduzida de 15% sobre as vendas feitas após um ano da compra do imóvel. Uma das desvantagens é o imposto de sucessão (de morte), imposto sobre toda propriedade nos EUA detida por não residentes no momento da morte. O imposto varia de 18 a 40% do valor de mercado do imóvel no momento da morte do proprietário.
No momento da venda, haverá também uma retenção de 10% do preço de venda para assegurar o pagamento adequado de quaisquer impostos sobre o ganho.

ii) Corporação ou Companhia de Responsabilidade Limitada.
As principais vantagens de manter o título em nome de pessoa jurídica são:
a). Responsabilidade limitada. Na ausência de fraude, o acionista está protegido de responsabilidade por quaisquer dívidas ou reclamações contra a empresa. O demandante não seria capaz de perseguir os bens pessoais dos acionistas, a menos que o acionista tenha executado uma garantia pessoal. A responsabilidade do sócio pelas dívidas contraídas pela empresa limita-se à contribuição de cada acionista. Responsabilidade sobre a propriedade dos bens pode incluir qualquer dano causado a outras propriedades, como resultado de inundações ou incêndios e quaisquer danos pessoais na propriedade.

b). Confidencialidade.
A corporação é útil para proteger a confidencialidade de um indivíduo estrangeiro e privacidade com os seus assuntos financeiros. A maioria dos indivíduos que vivem em países latino-americanos preferem manter as suas participações no exterior confidencial por razões de segurança. A utilização de uma corporação como proprietário registra o imóvel em nome da empresa. No entanto, nos EUA a declaração de imposto corporativa exige a divulgação da identidade de qualquer acionista detentor de mais de 25% da corporação.

c). Considerações sobre a Tributação.
Corporações nos EUA são tributadas em seu lucro líquido com base na seguinte escala:

Impostos sobre ganhos de capital são pagos seguindo estas taxas.Lucro Liquido  
até $50,000
Mais de $50,000 mas menos de $75,000
Mais de $75,000 mas menos de $100,000
Mais de $100,000 mas menos de $335,000
Mais de $335,000 mas menos de $10,000,000

Imposto
15% do lucro liquido
$7,500.00 mais 25% do lucro sobre $50,000.00
$13,750.00 mais 34% do lucro sobre $75,000.00
$22,250 mais 39% do lucro sobre $100,000
$113,900 mais 34% do lucro sobre $335,000

Uma corporação dos EUA pode depreciar seus ativos, capitalizar gastos e acumular perdas. Uma certa porção das perdas pode ser transitada de ano para ano para compensar os ganhos de outras fontes nos Estados Unidos. Além disso, a pessoa física estrangeira pode conter outros bens imóveis adquiridos no futuro, em nome da Corporação dos EUA. Corporações norte-americanas no entanto, estão sujeitas a uma retenção de 30% sobre os dividendos da empresa para os acionistas estrangeiros. Isto provoca uma tributação dupla, que só pode ser evitada em algumas circunstâncias, tais como liquidação depois da venda de todos os seus bens. Se as ações da corporação são de propriedade diretamente pelo individuais acionistas estrangeiros, o imposto em caso de morte também se aplica sobre o valor das ações. Por isso a maioria das estruturas para clientes estrangeiros usam uma empresa off-shore como acionista de uma empresa dos EUA. Algumas das desvantagens de manter a propriedade em uma Corporação incluem: taxas de imposto mais elevadas do que as taxas de pessoa física (não ha um imposto reduzido de 15% nas vendas depois de um ano), e custo de manutenção da estrutura.

Sociedades Limitadas (LLC) são um híbrido entre uma empresa e uma sociedade. Elas fornecem responsabilidade limitada, mas o imposto é pago pelos contribuintes individuais e não pela corporação. Além disso, se a propriedade é detida por mais de um ano, o imposto sobre ganhos de capital será de 15% em vez da taxa corporativa. Portanto, você pode ter a vantagem de responsabilidade limitada e também evitar a tributação dupla de empresas regulares de dividendos. A desvantagens da LLC incluem: exposição ao imposto de sucessão; o proprietário individual deve apresentar declarações de imposto de renda e a falta de confidencialidade.

iii). Empresas Off-shore
As vantagens de possuir bens imóveis em nome de uma jurisdição fiscal estrangeira baixa, tais como British Virgin Islands (BVI) são semelhantes às referidas acima para uma empresa dos EUA. Ações de uma empresa off-shore, no entanto, não estão sujeitas ao imposto de sucessão nos Estados Unidos. Como resultado, os ativos do indivíduo estrangeira com sede nos EUA, realizada em nome de uma empresa off-shhore não estão sujeitas ao imposto de sucessão nos EUA.

Os benefícios de um BVI são:
1. Não há impostos sobre os rendimentos fora das Ilhas Virgens Britânicas. (Impostos nos EUA serão pagos sobre o lucro na venda).
2. Não existem requisitos mínimos de capital.
3. Apenas é necessário ter um acionista e um diretor.
4. Nenhum registro público é mantido sobre a identidade dos acionistas. 5. Não há exigência de uma prestação de contas anual ou apresentação de declarações fiscais com as autoridades locais governamentais. (Declarações fiscais dos EUA será necessária se a empresa se envolve em negócios nos Estados Unidos. Alugar uma propriedade considera-se estar envolvido em negócios nos EUA.)

No caso da venda de bens imóveis de propriedade EUA por um off-shore, a off-shore deve ser liquidada, a fim de evitar o imposto de “lucros de filiais.”. Este imposto é pago quando uma empresa estrangeira ganha a renda e não liquida, reinveste ou distribui o produto. Assim, é benéfico utilizar uma empresas da Flórida que, por sua vez podem ser detidas por uma empresa estrangeira. É importante notar que no momento da venda da propriedade real, as companhias off-shore igual que os indivíduos estrangeiros, estarão sujeitos a uma retenção de 10% do preço de venda, a fim de garantir o pagamento de qualquer imposto devido.

CONCLUSÃO
A compra de imóveis nos EUA requer o apoio de muitos profissionais. Escolher o equipo adequado irá aumentar suas chances de uma compra suave e de um investimento rentável. O advogado será capaz de ajudá-lo na coordenação e as recomendações dos diferentes profissionais, revisão de título, elaboração de contrato e escolher a estrutura certa para comprar. A maioria dos advogados imobiliários irá cobrar uma taxa fixa que será paga no momento do fechamento, e não é equivalente às horas trabalhadas sobre o assunto.