Monthly Archives: July 2014

Novo navio zarpa da Flórida para viagens no Caribe

novo-navio-zarpa-da-florida-para-viagens-no-caribeMIAMI – Em um dos 28 restaurantes do Norwegian Getaway, o caçula da frota de 13 navios da americana Norwegian Cruises que foi inaugurado em fevereiro, o sushiman filipino Wilfredo diverte os passageiros com uma performance desengonçada do hit “Gangnam style”, enquanto deixa a todos salivando com vieiras e lagostins grelhados em uma enorme chapa de teppanyaki. Uma mostra do freestyle cruising, que mistura descontração e sofisticação no navio que oferece inovações em seus 18 deques, como o Svedka Ice Bar, onde num ambiente congelante o cliente, trajando uma roupa de esquimó, se aquece com margaritas e mojitos servidos em taças de gelo; o Illusionarium, parte restaurante, parte show de ilusionismo, e o “Grammy experience at sea”, shows de cantores indicados ao prêmio da música, em um teatro decorado com memorabilia de artistas premiados.

Com saídas semanais o ano todo de Miami para roteiros de oito dias no Caribe Leste, o Getaway tem paradas nas ilhas de St. Maarten, St. Thomas e Bahamas. Chama a atenção por onde atraca pelo enorme parque aquático, o minicampo de golfe, as quadras de basquete e as instalações de rapel e arvorismo em sua cobertura, além do casco colorido pelo artista cubano-americano David Le Batard, também conhecido como Lebo, considerado o “novo Romero Britto”. A pintura mostra uma enorme sereia em águas azuis a brincar com o sol. É um navio temático inspirado em Miami, que tem sol quase o ano inteiro, com capacidade para 3.969 passageiros.

Após o embarque, é preciso mais do que os dois primeiros dias de navegação, antes de chegar à primeira ilha, St. Maarten, para conhecer tudo que pode ser desfrutado ao longo de oito dias. Há três deques com entretenimento, inclusive o maior cassino em navios de cruzeiros. Como em South Beach, em Miami, ou em outra qualquer outra charmosa cidade balneária no verão, nada melhor para ver e ser visto do que tomar um drinque ou dar um passeio pelo “waterfront” — um calçadão escancarado para o mar com lojas, lounges, cafés, bares e restaurantes de chefs famosos margeando todo o deque 8.

Uma cantina italiana, um típico japonês, um bistrô francês, uma churrascaria brasileira com espetos fumegantes de picanha servidos com pão de queijo e banana frita, um pub irlandês e as típicas steak houses americanas estão entre os 28 restaurantes do Getaway. Quase todos têm uma parte interna, mais aconchegante, com luz de velas, e outra na varanda que dá para o calçadão, de cara para um luar sobre a imensidão do mar.

Dentro do freestyle, o Getaway é um navio no qual o hóspede pode escolher o horário, a companhia e a mesa que irá ocupar durante o jantar, com traje informal ou mais arrumado, se quiser. Nos restaurantes mais disputados, é cobrada uma taxa de reserva por pessoa que varia de U$15 a U$30, bebidas pagas separadamente. Por cerca de U$ 300 é possível comprar um passaporte ilimitado para bebidas — drinques, uísques, vinhos, espumantes e refrigerantes — durante os oito dias do pacote. Além dos restaurantes que funcionam à noite, há um 24 horas, uma sorveteria, uma confeitaria e uma pizzaria, onde cada pizza custa US$ 5.

Churrascaria, DJs e bar de gelo

Três restaurantes disputam a preferência a bordo: a Churrascaria Moderno, o Illusionarium, e o Ocean Blue, cujo cardápio típico da Flórida, de pescados, é assinado pelo estrelado chef de TV Geoffrey Zakarian. O brasileiro que escolhe a Churrascaria Moderno pode pensar que está comendo em algum rodízio conhecido: caipirinha, bufê de saladas, pão de queijo e garçons de lenço vermelho servem picanhas, linguiças e galetos. O Illusionarium tem uma das reservas mais caras: U$30 e junta jantar com show de efeitos especiais que lembra mágicos como Harry Houdini.

As festas temáticas com DJs, depois do jantar, acontecem no deque 15 no Spice H2O e na boate Bliss. Mas, antes, dê uma passadinha na Carlo’s Bake Shop. Difícil resistir aos cannoli de baunilha de Buddy Valastro, que estrela na TV o reality “Cake boss”. No bar de gelo, com 17°C negativos, não há roupa de esquimó ou drinques de vodca que faça alguém ficar lá dentro por mais de 30 minutos. Há um frisson pelo bar. O bartender é trocado de meia em meia hora e trabalha coberto dos pés a cabeça.

O perfil do público nas duas primeiras saídas do Getaway, mês passado, revelou-se familiar, com muitas crianças. Mas um dos destaques que o diferencia dos outros navios é uma categoria de cabines studio para atrair solteiros que viajam sozinhos, com um preço mais em conta.

Mas se a intenção é viajar sem preocupação com gastos, como se estivesse em um iate particular, longe dos espaços fervilhantes frequentados pelos outros quase quatro mil viajantes, o Getaway oferece mordomia em cabines luxuosas no exclusivíssimo The Haven. Com entrada privativa, tem 200 cabines com um mordomo para cada quarto e solário, restaurante, spa, jacuzzi, piscina e academia exclusivos. A cabine mais cara é a The Haven Owners Suite. Com 95 m² essa suíte tem dois quartos, uma sala com home theater decorada com flores naturais e uma sala de banho com banheira e vista para o mar. O preço por pessoa nessa suíte pode chegar a U$ 5 mil.

Roteiro. Nudismo, grifes e mergulho

No quarto dia da viagem, ainda não deu para aproveitar nem metade do que há no navio. Mas o dia amanhece com o barco aportando em St. Maarten, que tem uma parte francesa e outra holandesa. O porto é em Philipsburg, na área holandesa. No navio há um balcão onde é possível comprar previamente os mais variados passeios na ilha, com praias, mergulhos, restaurantes de comida típica caribenha e compras. O comércio na capital francesa, Marigot, é centrado em artesanato, joalherias e perfumaria.

A praia mais famosa, Orient Beach, tem uma parte reservada para prática de nudismo, gay friendly. Quem não quiser ficar nu pode passear vestido pela praia entre jovens e senhores de bengalas despidos, desfilando suas tatuagens, seus piercings e suas depilações, as mais inusitadas possíveis. A única restrição é não tirar fotos.

Outra praia famosa em St. Maarten é Maho Beach, onde os turistas se aglomeram entre as areias e a ponta da pista do aeroporto Princesa Juliana para assistir a pousos e decolagens de Boeings com a sensação de que estão dando um raspão ou caindo sobre suas cabeças. É uma aventura de tirar o fôlego. No meio da tarde, a emoção maior fica por conta da decolagem de um jumbo da KLM. Mas o vapor de suas turbinas faz voar pelas areias e água do mar pessoas, óculos, bonés, celulares e outros pertences, se não estiverem bem seguros.

A segunda parada do Getaway é em St. Thomas, que junto com St. John e St Croix, forma as Ilhas Virgens Americanas, um pequeno paraíso descoberto por Cristóvão Colombo. Na capital, Charlotte Amalie, está o maior duty free caribenho, de joalherias de diamantes e grifes como Louis Vuitton, Prada e Gucci, entre outras.

Se der tempo — o navio fica ancorado na ilha cinco horas — aproveite Magens Bay Beach com suas águas mornas e transparentes de cor turquesa, e areia fina e branca. Em formato de coração vista do alto, é possível enxergar peixinhos a olho nu logo na entrada do mar e fazer snorkel a poucos metros da praia. Há serviço de aluguel de equipamentos de mergulho e de caiaque.

A terceira e última parada é em Nassau, Bahamas. O local é dominado pelo Hotel Atlantis, resort que é uma mistura de Las Vegas e Disney com seu cassino, parque aquático e aquário gigantes. Aberto aos cruzeiristas, o hotel oferece passaportes diários para o parque aquático, mergulho com golfinhos, mergulho para exploração subaquática pelas ruínas submersas da cidade perdida de Atlantis, e acesso à praia privada.

Fonte: O Globo

Uma pulseira de contos de fada e que abre todas as portas da Disney em Orlando

uma-pulseira-de-contos-de-fada-e-que-abre-todas-as-portas-da-disney-em-orlandoORLANDO – Nem o criativo Walt Disney em pessoa poderia imaginar uma pulseira que abrisse portas e permitisse furar filas. Lançada no ano passado, mas só agora implantada em todo o Walt Disney World, a Magic Band é a representação física do My Magic+, o novo sistema que gerencia a experiência do visitante, incluindo reservas em hotéis e restaurantes e entradas e FastPass nos parques, sempre vinculados a uma conta pessoal. O programa também pode ser acessado por aplicativo de celular. Num primeiro momento, o sistema eliminou boa parte das filas nas entradas dos parques, que agora fluem melhor.

Para usar o dispositivo, o visitante precisa previamente se cadastrar no campo My Disney Experience, no site dos parques. Ali já pode reservar ou não um hotel administrado pela Disney, comprar ingressos, agendar lugares em restaurantes e programar os passes para filas especiais.

Esta é uma mudança importante. Antes os passes eram retirados na entrada de cada atração. Agora três deles eles podem ser programados com até 60 dias de antecedência pela internet ou em quiosques espalhados pelos parques. Depois dessa primeira carga, cada pessoa poderá programar apenas um por vez, sem limites.

Todas as informações ficam na Magic Band, que funciona ainda como chave dos quartos dos hotéis e é aceita como forma de pagamento dentro dos parques, já que um cartão de crédito é cadastrado ao sistema. Os hóspedes da Disney têm a pulseira de graça e com o nome gravado. Os demais podem comprá-la por US$ 12,95. Quem não quiser pode apenas cadastrar o cartão de entrada no sistema.

Atualmente, o programa está apenas em inglês na internet e também em espanhol nos quiosques. Uma versão em português deve ser lançada em breve.

— O público brasileiro é um dos mais importantes para os nossos parque e queremos que esses visitantes não percam em nada a qualidade da experiência. Por isso desenvolver traduzir o sistema para o português é uma de nossas metas para os próximos meses — disse o presidente da Walt Disney Parks & Resorts, Tom Staggs.

SERVIÇO

Walt Disney World: A entrada unitária para o Magic Kindom custa US$ 99 (adultos); para outros parques, US$ 94. Veja a tabela no site disneyworld.disney.go.com.

Fonte: O Globo

Quantos dias passar na Disney?

quantos-dias-passar-na-disneyA cidade de Orlando é um dos destinos favoritos entre turistas, não apenas pelos divertidos parques do Walt Disney World, SeaWorld Parks e Universal, mas também pelos centros comerciais com lojas de conhecidas marcas e também diversas opções de entretenimento. Por isso sugerimos planejar sua viagem para não esquecer nada em sua programação.

Se tivéssemos a possibilidade de escolher, é claro que passaríamos muitos dias em Orlando, alguns até mesmo se mudariam para lá! Mas nem sempre é possível, seja por motivos financeiros ou até mesmo a duração de suas férias, por isso o ideal é passar duas semanas na cidade, assim é possível otimizar bastante seu investimento, visto que a diferença é mínima se alugar um carro por 10 ou 14 dias, passaporte para mais dias nos parques saem quase o mesmo preço, sem contar a negociação em hospedagem.

Além da Disney, o que mais fazer?

Ao planejarmos uma viagem, temos que considerar desde o tempo para se recuperar da viagem de ida (jet lag), para arrumar as malas, compras, parques e shows que deseja visitar.

Considerando que suas férias tenha 14 dias, desembarcando em Orlando em uma sexta-feira, confira nossa sugestão de programação abaixo:

Dia 1 (sexta) – Desembarque em Orlando / Chegada: aproveite o dia para descansar, recuperar as energias perdidas no voo, conferir mapas da cidade e a sua programação. Se tiver vontade para fazer algo, aproveite para conhecer Downtown Disney a noite e jantar em uma das deliciosas opções do local.

Dia 2 (sábado) – Compras: Prepare sua lista de presentes e siga para as melhores opções para comprar em Orlando: Premium Outlets,  Best Buy, Target, Florida Mall, Mall at Milenia, entre outros. Pesquise antes de comprar, e se tiver dúvidas se compra ou não, marque a loja e volte na próxima semana!

Dia 3 (domingo) – Cabo Canaveral (NASA) ou dia livre: Conheça a base de lançamentos de diversos ônibus espaciais, saber mais sobre as viagens ao espaço e suas histórias. Ou aproveite o dia para passear pela cidade ou continuar de onde parou suas compras.

Dia 4 (segunda) – Busch Gardens: pegue a estrada e vá até a cidade de Tampa (cerca de 1h de Orlando) e viva a aventura da selva e das mais radicais montanhas-russas da Flórida.

Dia 5 (terça) – Universal Studios: Divirta-se com os simuladores do Meu Malvado Favorito, do Transformers, a cidade dos Simpsons, o cinema 4d do Shrek, a montanha-russa que você escolhe a sua trilha sonora Rock It! e outras atrações relacionadas ao cinema, música e televisão.

Dia 6 (quarta) – Magic Kingdom: Sinta a magia da Disney no parque mais emocionante de Orlando. Encontre com o Mickey, Minnie e muitos outros personagens e divertidos brinquedos como a Space Mountain, Splash e Big Thunder Mountain Railroad.

Dia 7 (quinta) – Island of Adventures: Aproveite no parque com os brinquedos mais divertidos do complexo Universal, como a área do Harry Potter, as atrações dos super-heróis da Marvel e do Jurassic Park.

Dia 8 (sexta) – Epcot: Conheça o parque com diversas atrações que apresenta a cultura de diversos países e também novidades tecnológicas.

Dia 9 (sábado) – Aquatica: Divirta-se neste parque aquático, descendo em tobogãs e relaxando em piscinas.

Dia 10 (domingo) – Compras: Volte as compras para adquirir o que faltou ou ficou na dúvida e aproveite as novas promoções.

Dia 11 (segunda) – Hollywood Studios: Celebre os anos de ouro e também os sucessos do cinema, televisão e música em atrações super envolventes!

Dia 12 (terça) – SeaWorld: Aproxime-se de diversos animais marinhos, seja surpreendido pelos lindos shows e não tenha medo de enfrentar as montanhas-russas Manta e Kraken.

Dia 13 (quarta) – Animal Kingdom: A vida na selva e dos personagens da Disney que vivem na floresta fazem parte deste parque temático.

Dia 14 (quinta) – Embarque de volta para casa: Dia para arrumar as malas, seguir para o aeroporto com 3 horas de antecedência, devolver o carro e embarcar de volta ao Brasil!

Dicas para programar sua viagem

Você pode planejar um cronograma de viagem especial para você e sua família, adequando seus interesses e possibilidades, escolhendo os parques mais divertidos, mas não se esqueça de:

* Agendar os parques mais populares para o meio da semana;
* Chegar cedo aos parques e tente começar pelas atrações mais populares;
* Quando possível ou necessário, utilize o Fastpass+ nos parques da Disney ou Express Pass nos parques da Universal;
* Separe suas compras em pelo menos 2 dias, um primeiro para comprar o essencial e pesquisar preços, outro para encher sua mala!

Conhece alguém que quer viajar para Disney? Compartilhe para ajudá-lo!

Fonte: Disney Mágica

Confira dicas para reduzir o desconforto em viagens de avião

confira-dicas-para-reduzir-o-desconforto-em-viagens-de-aviaoInchaço nas pernas, barriga estufada, pressão no ouvido, ressecamento dos olhos e da pele… Incômodos como esses são comuns durante viagens de avião, principalmente nas de longa duração, mas podem ser evitados ou, ao menos, reduzidos.

Confira a seguir dicas elaboradas a partir da sugestões da presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial, Vânia Melhado, e da “Cartilha de Medicina Aeroespacial”, do Conselho Federal de Medicina:

1- Alimentação
Os cuidados devem começar antes do voo. A partir do dia anterior ao embarque, evite bebidas gasosas, comidas ricas em fibras e que fermentem (como feijão, repolho e pepino), pois isso vai piorar a sensação de inchaço na barriga, comum entre os passageiros.

Evite, também, bebidas alcoólicas, pois o álcool diminui a capacidade de as células cerebrais utilizarem o oxigênio –que está diminuído a bordo da aeronave.

As mesmas recomendações alimentares valem durante o voo. Evite os alimentos acima e prefira comer massas e beber água e sucos de frutas.

Para manter a hidratação, recomenda-se beber um copo de água ou suco a cada duas horas de voo.

2) Enjoos
Quem costuma ter enjoos durante a viagem deve tentar se sentar em uma poltrona na janela, preferencialmente perto da asa.

Também vale evitar a ingestão excessiva de líquidos, comida gordurosa, condimentos e refrigerantes.

3) Inchaço nas pernas
É um dos sintomas mais comuns durante o voo, e surge devido ao grande tempo sentado. É possível evitar o problema mesmo sem sair da poltrona: movimente a batata da perna e faça exercícios de rotação com os pés.

Quem costuma sentir mais desconforto pode também usar meias elásticas em viagens acima de quatro horas, o que reduz bastante o problema.

4) Alergia
Pessoas com rinite ou outro tipo de alergia devem levar soro ou hidratante para o nariz, além de medicamentos específicos, caso estejam usando.

Antes do pouso, vale usar descongestionante nasal para evitar a dor causada pelo aumento da pressão no interior da orelha média.

Quem estiver em fase de crise deve conversar com o médico para obter orientações antes de viajar.

5) Olhos e pele
Leve na bagagem de mão um hidratante e passe nas mãos, no rosto e em outros áreas do corpo que fiquem ressecadas.

O ideal é viajar sem lentes de contato, para evitar um ressecamento ainda maior do que ocorre normalmente com os olhos durante o voo. Se o passageiro estiver de lente durante a viagem, deve levar uma solução para umedecê-la durante o voo.

6) Incômodo no ouvido
Na hora do pouso, ocorre um aumento da pressão na região da orelha média, e é por isso que se sente uma sensação de semi-surdez no ouvido. Mascar chicletes ou apertar o nariz e depois soprar são dois truques para reduzir essa sensação.

No caso de bebês ou crianças muito pequenas, dê mamadeira ou chupeta um pouco antes do pouso. Isso também ajuda a reduzir essa pressão.

7) Remédios
Não se esqueça de levar na bagagem de mão medicamentos de uso contínuo.

Tomar remédios para dormir não é recomendado e pode ser perigoso. Se houver qualquer intercorrência e for necessário desembarcar rapidamente, o passageiro ficará prejudicado.

8) Doenças pré-existentes
Pessoas com doença cardíaca ou pulmonar crônica, mesmo que estiverem com o problema controlado, devem consultar o médico antes de viajar, para ver se é necessário fazer algum ajuste no tratamento.

9) “Jet lag”
A diferença de fuso-horário pode causar, ao chegar ao destino, cansaço, dificuldade para dormir, irritabilidade e incompatibilidade entre a fome e os horários das refeições. Segundo um cálculo básico, para cada hora de fuso-horário a mais ou a menos, é necessário um dia para se adaptar.

Se sua viagem for durar poucos dias, o ideal é começar essa adaptação quatro ou cinco dias antes de embarcar. A recomendação dos médicos é tentar se aproximar o máximo possível do horário do destino. Se a diferença for de duas horas a mais, por exemplo, tente dormir e comer duas horas mais tarde do que está habituado. Se não for possível seguir exatamente o fuso, aproximar-se mais dele já ajuda.

Fonte: G1

Aluguel de moto em Miami

aluguel-de-moto-em-miamiHá algum tempo eu andava pensando em alugar uma moto para fazer um passeio durante alguma viagem.

Em uma promoção de uma companhia aérea no ano passado, eu e minha esposa compramos passagens no período da Páscoa para os Estados Unidos. Como o roteiro incluía três dias em Miami comecei a pesquisar sites sobre aluguel de moto e encontrei três:

– http://www.americanrider.net
– http://www.eaglerider.com
– http://www.petersonsharley.com

A American Rider oferece modelos de várias marcas, mas a localização era meio contramão pra mim e não tinha a moto que eu queria na data escolhida.

A Eagle Rider têm filiais no mundo todo, inclusive no Brasil.

Após algum tempo de estudo acabei optando pela Peterson’s Harley por dois motivos: o ótimo atendimento que recebi por e-mail e também o fato de ser revenda autorizada da Harley-Davidson em Miami – que, provavelmente, seria um indicativo de que a moto oferecida para locação seria nova ou ao menos obedeceria aos padrões de qualidade da marca.

Sem desmerecer as demais, considero que acertei na escolha, pois após fazer a reserva por e-mail, na qual tive que informar meus dados pessoais e cartão de crédito, logo recebi um voucher para apresentar no dia da locação.

Vocês devem estar pensando: Qual o modelo reservado?

Dentre os vários disponíveis optei pela Fat Boy Lo por alguns motivos:

1) Tenho habilitação para moto há pouco mais de um ano e não tenho moto, logo tenho pouca experiência;

2) É uma moto mais baixa e fica fácil botar os dois pés no chão para manter o equilíbrio, ainda mais levando em conta que minha esposa ia na carona e não sou muito alto (1,75m);

3) O pneu traseiro é largo, o que pra mim representa mais estabilidade;

4) O visual dela, que pra mim é um dos modelos mais bonitos da Harley-Davison, sem firulas;

5) É o modelo utilizado pelo Exterminador. Se ele a escolheu quem sou eu pra discordar? 😀

Optei por retirar a moto na filial South da Peterson’s Harley, que fica na 19825 South Dixie Highway, Cutler Bay, em Miami. Fui até lá com a camionete que eu havia alugado na Alamo. Chegando perto já deu pra ver de longe a enorme loja que eles têm por lá.

Para os aficionados pela marca dá pra comprar de tudo, desde motos (óbvio) até o pratinho de comida do seu cão de estimação. Prepare o bolso, porque é impossível não sair com uma lembrancinha de lá, apesar de os preços não serem muito convidativos para os brasileiros. Franceses e japoneses, estes sim, faziam um rancho com suas moedas fortes.

Como meu roteiro incluía apenas 3 dias em Miami reservei a moto por um dia, com retirada às 13h e devolução no dia seguinte, no mesmo horário. Achei melhor assim para poder aproveitar a moto em 2 dias diferentes e evitar ficar cansado demais, dada minha falta de experiência.

Cheguei à loja antes do horário agendado, dei uma olhada por tudo, tomei um café e comprei uma camiseta da HD para passear de moto (não resisti). Depois, fui até o setor de locações onde apresentei meu passaporte, carteira de habilitação brasileira (não precisou da internacional – PID), voucher e cartão de crédito. Nada foi cobrado na hora.

Vale lembrar que a vestimenta tem que ser adequada ao veículo, então nada de bermudas e chinelo de dedo. Jaqueta de couro é indicada, mas não obrigatória. E usem protetor solar. Pelo amor de deus, não façam como eu – bem feito, tomei um solzão e virei um camarão.

Como não tenho muita experiência, e também levando em conta o valor da moto, optei por todas as coberturas de seguro. Aliás, vou discriminar aqui os valores pagos:

– Uma diária: US$160.00.
– Supplemental Liability: US$13.31.
– Loss Damage Waiver: US$25.00.
– Accident and Property: US$9.50.
– Prepaid Tolls (pedágio): US$5.00.
– Surcharge: US$2.00.
– Sales Taxes (7%): US$11.20.

Total: US$226,01.

É feito um bloqueio da franquia no cartão de crédito, de acordo com a cobertura escolhida.

Fui avisado de que eles dão uma tolerância de alguns minutos em caso de atraso na devolução, mas custa US$25.00. Passada uma hora, aí há cobrança de uma nova diária.

O tanque de combustível é entregue cheio, e assim deve ser devolvido. Uns 500 metros antes da loja há um posto Shell, então recomendo que o reabastecimento seja feito ali.

No valor da diária está incluído o empréstimo de 2 capacetes e de roupas de chuva, além de quilometragem livre. Eles não oferecem mais a opção de aluguel de GPS, mas avisam antes para quem quiser levar o seu. Na Fat Boy deles, entretanto, não há tomada para energia elétrica. Levei meu GPS mesmo assim e deixei ele guardado na pequena bolsa que há no guidão, em caso de me perder.

Acertada a papelada, fui ver a moto com o atendente. Ela tinha acabado de sair do banho, prontinha pra me esperar. Moto NOVA! Rodou poucas milhas (não lembro quantas agora), sem nenhum detalhe. Fomos para o pátio onde ele me deu algumas instruções e pediu pra eu dar uma voltinha ali. Tudo certo e fui liberado.

Perguntei como faria para ir em direção a Key West, o cara me disse que era só fazer o retorno um pouco adiante da loja e ir sempre reto pela própria Dixie Highway. Baita barbada, e nem ia precisar usar o GPS.

Aliás, minha ideia original era ir de moto até Key West, dormir lá e regressar no dia seguinte. No entanto, como os hotéis lá estavam com a diária pela hora da morte (era feriado), resolvi ir até onde aguentasse e então retornar.

Quanta diferença em relação ao trânsito no Brasil. Lá SEMPRE fui respeitado pelos motoristas dos outros veículos. NINGUÉM tentou forçar ultrapassagem ou se aproximou perigosamente de mim. Para aqueles que têm medo/receio, eu digo: foi MUITO TRANQUILO andar de moto lá. Mesmo quando eu andei em uma parte da estrada com pista simples e estava abaixo do limite de velocidade, ninguém ficou tentando me ultrapassar, buzinando ou coisa parecida. Se fosse aqui no Brasil já tinham passado por cima.

Foi um belo passeio pelas ilhas. Rodamos pouco, em torno de 100 milhas (cerca de 160 quilômetros) até um pouco depois de Marathon e Key West ficava a pouco mais de 80 quilômetros além. Resolvemos voltar, pois o cansaço já estava batendo, então apenas paramos para tirar fotos, fazermos um lanche e também para abastecer. Segundo outro motociclista que encontrei no posto de combustível custa cerca de US$13.00 para encher totalmente o tanque dela.

Quanto à moto em si, uma joia, motor potente, freios ABS e encosto para o carona. A que eu aluguei era um roxo escuro e às vezes parecia preto. Em algumas oportunidades acelerei até umas 70mph (uns 100 km/h), mas o capacete fornecido vibrava muito, apesar da “bolha” que protegia do vento frontal. Além disso, a intenção era passear, não era correr.

Já era noite quando chegamos na Peterson’s para buscar o carro (eles têm estacionamento onde dá até pra deixar o carro pernoitando) e fomos para o hotel. Chegamos umas 21h30 e não quisemos sair pra jantar de moto, dado o cansaço.

No dia seguinte, acordamos umas 8h30 e estava chovendo forte. Droga, não ia dar pra aproveitar! Fomos tomar café da manhã e, quando voltamos, a chuva tinha parado e o sol começado a aparecer. Nos arrumamos e fomos até Miami Beach passear um pouco. Andar de Harley na ponte que liga Miami a Miami Beach, com vários navios de cruzeiro ao lado, foi uma experiência sensacional!

Passeio feito era hora de devolver a moto. Pertinho da loja, reabasteci e, pouco depois, com dor em minha alma (como diria o poeta), devolvi a Fat Boy. Não foi um adeus, foi um até breve.

 

Fonte: Falando de Viagem

Como dirigir em Orlando

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Dirigir em Orlando é extremamente fácil para quem tem o mínimo de experiência em guiar veículos no Brasil

Caso você esteja viajando para Orlando e busca meios de locomoção, alugar um carro é a melhor opção para conhecer e aproveitar as atrações mais interessantes da cidade, visto que as distâncias são grandes e as linhas de ônibus são encontradas na região central e nos principais pontos turísticos.

As ruas e vias da cidade são perfeitamente pavimentas e os congestionamentos praticamente inexistentes, dando a liberdade necessária para quem deseja dirigir em Orlando.

Documentação necessária para dirigir em Orlando

O primeiro passo para que possa guiar na região da Flórida, é solicitar ao Detran de seu estado a Permissão Internacional para Dirigir, documento que permite ao portador dirigir em qualquer um dos países que fazem parte da Convenção de Viena.

Em geral, a Carteira de Habilitação brasileira é admitida por até três meses, mas em 2012 foi aprovada uma lei na qual o turista precisa apresentar sua Permissão Internacional para Dirigir para a locação do veículo ou quando solicitado por um policial.

As locadoras de veículos nem sempre solicitam a apresentação deste documento, e as chances de ser parado por um oficial são quase nulas desde que você conduza de acordo com as normas locais, mas por precaução sugerimos que você obtenha esta permissão antes de embarcar.

Locação de Veículos

Além da liberdade de dirigir em Orlando, você poderá escolher veículos de várias categorias e de acordo com o objetivo de sua viagem. O investimento para alugar um carro nos Estados Unidos é baixo, principalmente se comparado com o que gastaria com taxis ou serviços de transfer.

Ao alugar um carro, você poderá escolher como opcional seguros, proteções extras, quilometragem e combustível livre, passe livre em pedágios, entre outros. Aconselhamos aos interessados não abrir mão do GPS e do seguro contra danos ao veículo e a terceiros, pois os valores para consertar são caros.

A maior parte dos veículos possui câmbio automático, e caso tenha interesse em carros mecânicos, a solicitação deve ser feita em sua reserva.

Para alugar um carro é necessário ter idade superior a 25 anos e possuir um cartão de crédito internacional com limite superior ao valor total da locação.

Dicas de Trânsito para dirigir em Orlando

Conheça algumas dicas importantes para dirigir com segurança e tranquilidade:

– Cinto de Segurança: seu uso é obrigatório, assim como no Brasil.

– Tenha sempre muitas moedas no carro: As vias expressas possuem diversas cabines de pedágio, sendo muitas delas sem atendimento pessoal, e basta que você coloque a quantia necessária para seguir seu caminho.

– Preste atenção nas placas: a sinalização de transito deve ser respeitada, principalmente quanto aos limites de velocidade e as manobras descritas.

– Velocidade: os limites estabelecidos no estado da Flórida são: em rodovias de 55-70 mph (90-105 km/h), áreas residenciais de 20-30 mph (32-48 km/h) e próximo à escolas: 15 mph (24 km/h).

– Conversão à direita: Em muitos cruzamentos, é possível “furar” o sinal vermelho desde que pare o veículo antes para verificar o movimento, e caso o caminho esteja livre seguir adiante.

– Não beba ou transporte bebidas alcóolicas: Estas atitudes podem ser consideradas infrações.

Miami: roteiro de compras

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Como milhões de brasileiros já sabem por experiência própria, Miami é uma perdição para os shopaholics. Afinal, mesmo após as contas de conversão, roupas de grife, eletrônicos e cosméticos importados continuam mais baratos na terra do Tio Sam.

Outlets, shopping centers e lojas arrojadas brotam de rua em rua, com vitrines que parecem implorar para que você entre. E, a cada letreiro “On Sale” (em promoção), fica mais difícil deixar a cidade de malas e sacolas vazias.

Com opções para todos os tipos de público, o iG Turismo selecionou cinco roteiros de compras para você se aventurar por Miami. Há opções para os que buscam pechinchas, roupas de grife, produtos descolados e para os que gostam de perambular pelas ruas. Selecionamos também locais para a compra de eletrônicos.

Antes de você estourar o limite do cartão de crédito, vale lembrar que a cota permitida para compras é de US$500. Acima deste valor é cobrado imposto de 50% sobre as importações.

É hora de sair às compras!

PECHINCHAS

Boa parte da fama de Miami como paraíso das compras deve-se aos seus outlets. Mas eles não ficam nos bairros badalados de Miami, e sim nas cidades vizinhas. No entanto, o acesso até eles é fácil. Pode-se ir de carro, ônibus, trem e van.

O maior e mais visitado deles é o Sawgrass Mills, a cerca de 50 quilômetros de Miami, nos subúrbios de Fort Lauderdale. Com 350 lojas, não importa o que estiver procurando, é bem provável que encontre por lá. Com tantas opções, o melhor é pegar um mapa e ir direto às pontas de estoque que lhe interessam, como Nike, Gap, Burberry e Victoria’s Secret.

Já o Dolphin Mall tem a vantagem de estar um pouco mais perto do centro de Miami, a cerca de 8 quilômetros do aeroporto. São 240 opções de lojas, com marcas como Polo Ralph Lauren, Banana Republic, Tommy Hilfiger, todas com um descontão. São várias opções de restaurantes e fast-foods, além de cinema e boliches.

Em Florida City, a 30 minutos de Miami, há também uma filial da rede de Outlets Prime, que conta com cinco lojas só na Flórida. Pequeno comparado com o Sawgrass Mills e o Dolphin Mall, possui cerca de quarenta lojas, espalhadas em uma área aberta.

LUXO

Para quem quer aproveitar Miami para encher as sacolas com roupas das principais grifes de alta-costura, também sobram opções. Uma meca do consumo de luxo é o Bal Harbour Shops, na Avenida Collins, ao norte de Miami Beach.

Lá estão algumas das mais renomadas marcas, como Christian Dior, Gucci, Prada, Versace e Tiffany & Co. Com bosques, laguinho e obras de arte, nem parece um shopping center.

O Village of Merrick Park é outro destino para quem gosta de etiqueta e pode pagar por isso. São três andares com mais de 100 lojas, como Carolina Herrera, Jimmy Choo, Burberry, Diane Von Furstenberg e Gucci. Elas ficam de frente para um jardim descoberto, com palmeiras e fonte.

Com opções de lojas menos agressivas ao bolso, o Aventura Mall tem a vantagem da boa variedade de marcas, com mais de 250 estabelecimentos.

FASHION

Para os fashionistas de plantão, Miami traz opções de lojas com roupas descoladas, vintages e underground para quem quer ditar moda. A C.Madeleine’s, em North Miami, traz em um showroom de 10 mil metros quadrados de roupas, acessórios e objetos de décadas passadas. As peças podem ser de segunda mão, mas custam tanto quanto novas. Há marcas como Channel, Gucci e Delacroix.

O bairro Design District, no Norte de Miami, é reduto de descolados e artistas. Lá, você irá encontrar galerias de arte, showrooms de móveis, artigos para decoração, bares, restaurantes e butiques de roupas e acessórios modernos.

Um dos destaques do Design District é a loja Rebel, com roupas transadas, bastante procuradas por jovens, com marcas como La Rok, Grimaldi, Black Halo, Mara Hoffman e Alice & Olivia. Algumas peças têm o preço bem salgado, mas dá para encontrar promoções.

A loja multimarcas Intermix, com duas lojas em Miami, uma delas dentro do shopping Bal Harbour, reúne estilistas da nova safra como Stella McCartney, Jay Godfrey, Zagliani, Zac Posen, Yigal Azrouel, que dividem espaço com alguns nomes consagrados do mundo da moda. É o lugar para quem quer o último conceito em estilo. Quem sabe durante a sua visita, você não encontra por lá alguma celebridade pop.

LOJAS DE RUA

Para você que detesta os ambientes fechados de shopping, o negócio mesmo é bater perna na rua. Os sete quarteirões da Lincoln Road são uma boa pedida em Miami Beach. A rua teve o tráfico fechado para carros em 2006, tornando o local um centro de compras ainda mais atrativo.

Ela é toda arborizada, com fontes e espelhos d’água. Além de marcas conhecidas, dá para encontrar lojas independentes, não instaladas nos shoppings e outlets. Conta ainda com restaurantes, café, galerias de arte e cinema.

A avenida mais conhecida de Miami, a Collins Avenue, atravessa Miami Beach de norte a sul. Ao longo dela, há restaurantes, hotéis e, claro, bons locais para compras. As lojas estão concentradas principalmente entre a 5th Street e 9th Street. Tem Levi`s, Puma, A/X Armani Exchange, Sephora, Urban Outfitter, entre outras.

Na Miracle Mile (SW 24th Street) e nas ruas arredores, no centro de Coral Gables, o turista encontra lojinhas, restaurantes e cafés e salões de cabeleireiros. Destaque principalmente para as lojas de moda noiva, com vestidos, acessórios e peças de decoração. Se você está pensando em se casar, este é o lugar para ir.

O bairro Coconut Grove é bem gostoso para se passear a pé ou de bicicleta, com suas ruas enfeitadas com palmeiras, cafés e restaurantes, além de lojas de roupas e acessórios. Lá você encontra o belo shopping a céu aberto CocoWalk.

ROTA DOS ELETRÔNICOS

Para quem está interessado em trazer na bagagem uma câmera, um iPod ou um videogame, dá para encontrar boas barganhas nas grandes redes.

Outra opção para encontrar eletrônicos com bons preços é nas grandes redes de supermercado, como Wal-Mart, K-Mart e Target. Lá, é possível achar algumas barganhas.

É possível ainda encontrar em Downtown, distrito financeiro da cidade, várias lojinhas de eletrônicos com preços reduzidos. Mas é bom tomar cuidado para o barato não sair caro. Várias têm fama de vender produtos com defeito.

ENDEREÇOS:

Sawgrass Mills – 12801 West Sunrise Blvd, Broward County

Dolphin Mall – 11401 Northwest 12th Street, Miami

Prime Outlets – 250 East Palm Drive, Florida City

Bal Harbour Shops – 1700 Collins Avenue, 96th Street, Bal Harbour

Village of Merrick Park – 358 San Lorenzo Avenue, Ponce de León Boulevard, Coral Gables

Aventura Mall – 19501 Biscayne Boulevard, na NE 196th Street, Aventura

Dadeland Mall – 7535 SW 88th Street, SW 72nd Avenue, South Miami

C Madeleine’s – 13702 Biscayne Boulevard, 137th Street, North Miami

Rebel – 6669 Biscayne Blvd, Miami, FL

Intermix – 634 Collins Avenue, 6th Street, South Beach. Outra unidade no shopping Bal Harbour.

Fonte: iG Viagens

Brasileiro fatura alto em Miami com loja para cães “The Dog from Ipanema”

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O carioca Jarbas Marcondes Godoy Júnior saiu da casa dos pais aos 16 anos e perambulou pelas ruas do Rio de Janeiro e de São Paulo por um ano e meio até chegar em Arembepe, uma aldeia de pescadores na Bahia. Na época, no fim dos anos 60, o local se tornou a primeira comunidade de jovens alternativos, com visitas frequentes de artistas brasileiros e internacionais, como Janis Joplin e Mick Jagger. Foi lá que ele conheceu o grande amor de sua vida, uma mulher, a socialite Jerusa Carvalho, que foi a inspiração para a personagem de mesmo nome de Gabriela, Cravo e Canela, obra de Jorge Amado.

Já no fim dos anos 70, Jerusa, 23 anos mais velha que Jarbas, tinha recurso financeiro suficiente para mantê-los. Sempre apaixonado pelos cães, Jarbas criava Poodles e abriu uma butique de cachorros na Bahia, em 1976. Mas durou apenas três anos. “Eu tinha 25 anos e minha esposa ajudava com as finanças. Então, se eu ia à loja e não tinha clientes, eu ia para a praia”, lembra. “Hoje, acho que mandaria todos os empregados para casa e ficaria na loja tentando ganhar dinheiro para pagar o aluguel.”

Em 79, quando fechou a loja, pensou que jamais entraria em um novo negócio que envolvesse animais, e o casal saiu em viagem pela América Latina. Oito meses depois, prestes a voltar para o Brasil, já sem dinheiro, eles resolveram fazer uma parada em Miami, onde morava um tio de Jarbas. Num passeio, em Coconut Grove, viram uma placa numa pequena lojinha de cachorro, contratando “cabeleireiro”. Ele fez um teste em um Poodle grande, passou e começou a trabalhar lá. Ficou uns meses e acabou retornando para o Brasil.

Mas a readaptação não foi das melhores e a dona do salão em Miami também sentia falta do novo funcionário e pediu que voltasse. Aceitou e trabalhou lá até 1986, quando o salão fechou e ele abriu seu próprio, The Dog from Ipanema. Hoje, a loja tem 14 funcionários, atende cerca de 40 animais por dia e tem um faturamento de US$ 1,2 milhão ao ano, que vem crescendo gradualmente desde a inauguração – seguindo a tendência do mercado americano de produtos para animais de estimação.

A previsão do “American Pet Products Association” – uma organização que coleta dados sobre este setor desde 1996, quando os gastos eram US$ 21 bilhões – é que o consumo com animais domésticos nos Estados Unidos aumente de US$ 55,7 bilhões, no ano passado, para quase US$ 60 bilhões este ano. No Dog from Ipanema, cada tosa varia de US$ 80 a US$ 300 e seus produtos são de primeira linha. Tem uma caminha de cachorro que custa US$ 1.100 e uma das bolsas favoritas dos clientes sai por US$ 507.

Jarbas diz que tem uma cliente que quase todo mês compra uma bolsa nova para carregar seu Chihuahua. Mas ele destaca que as maiores vendas ainda são para brasileiros. “Tem uma brasileira que sempre que está em Miami passa na loja. A cada visita, ela gasta mais de US$ 1 mil com brinquedinhos para sua cachorra Princesa”, diz Jarbas, que hoje, aos 62 anos, reconhece que sua maior e verdadeira riqueza é sua paz interior. Nas suas palestras nos Estados Unidos e no mundo, é, principalmente, a sua história que serve de inspiração para outros na mesma profissão.

“Eu passei a fazer a comparação de um cachorro tosado com uma criança sendo abusada. O cachorro não pode falar e a criança também não”, diz ele. “Eu acho que as coisas que me fizeram sofrer quando criança abriram uma parte de mim para os animais e eu sempre achei que devo a eles a minha felicidade, o fato de eu poder ser feliz”, diz. E é esta procura pelo bem-estar, compreensão com os animais e seres humanos que ele transmite ao mundo e sempre buscou ao seu redor, mesmo nos momentos mais difíceis de sua vida.

“Acho que nunca aceitei a infelicidade como uma coisa natural”, diz. “Sei que ela, às vezes, me cercava, mas sempre busquei ser feliz.”

Mais informações: http://www.thedogfromipanema.com/
Facebook: https://www.facebook.com/The.Dog.from.Ipanema

Alugar imóvel com segurança exige pesquisa

alugar-imovel-com-seguranca-exige-pesquisa“Todos os dias recebo casos de brasileiros que precisam mudar de casa em 24h”, conta o corretor Leonardo Hatzihidiris. O problema todo, segundo ele, começa ao alugar a casa sem fazer as devidas pesquisas sobre o imóvel. Com a onda de foreclosures, o histórico da propriedade leva alguns meses para entrar nos bancos de dados. Mesmo sabendo que a propriedade vai ser retomada pelo banco a qualquer momento, proprietários inescrupulosos alugam a propriedade, exigem o aluguel do primeiro mês mais um depósito e desaparecem. Cabe ao inquilino arcar com os prejuízos.

Leonardo conta que geralmente o locador desaparece e o locatário recebe de um dia para o outro um aviso de despejo. “O dinheiro nunca será recuperado”, lamenta. Pelas leis da Flórida, ao receber o aviso de saída imediata do imóvel o ocupante precisa sair no prazo determinado pela polícia, o que pode variar de 24h a 30 dias, caso contrário os policiais podem entrar no imóvel e por tudo na rua.
O problema também pode ser o inverso, quando o inquilino atrasa pagamentos e o locador fica sem saída. Em carta à redação do jornal AcheiUSA, uma leitora que não quis se identificar com medo de atrapalhar o processo judicial em andamento contou seu drama.

“Em dezembro de 2012 resolvi vir para o Brasil passar um tempo e aluguei a minha casa em Coconut Creek para um casal de brasileiros. Os primeiros meses eles pagaram certo, mas lá pelo quarto mês começaram os atrasos e em novembro de 2013 ele parou de pagar dizendo que estava desempregado. Resumindo, ele acumulou uma dívida comigo na qual não conseguiu pagar até hoje e agora perdeu o emprego novamente. Pedi a casa e ele se recusa a sair. Semana passada contratei um advogado para me ajudar no processo de despejo, que deve demorar mais ou menos umas 5 semanas. O prejuízo vai ficar em torno de uns $5 mil, fora que depois que eu receber a casa vou ter que ter um corretor para alugar e provavelmente isso acontecerá mais de um mês depois de receber a casa. Meu conselho é: checar crédito, pedir depósito e último mês, checar quanto tempo de trabalho, se for possível, pedir extrato bancário dos 3 últimos meses, se o inquilino atrasar, mandar a carta de 3 day notice imediatamente e começar o processo de despejo antes de virar uma bola de neve”, desabafou a proprietária.

O corretor brasileiro Leonardo Hatzihidiris, com mais de dez anos de experiência no ramo, também dá algumas dicas para que ambas as partes tenham mais segurança na hora de alugar um imóvel: 1 – peça o nada consta da polícia (background check, em inglês) do locatário; 2 – confirme se o inquilino realmente tem emprego; 3 – peça referência de locais onde o inquilino já morou; 4 – verifique o crédito de quem quer alugar a sua casa; 5 – para o futuro inquilino a dica é fazer uma pesquisa sobre o imóvel e tentar saber se ele está em foreclosure (em processo de ser devolvido ao banco).

Leonardo lembra que está cada vez mais difícil para os indocumentados conseguirem alugar uma casa ou apartamento. “Tem condomínios que estão pedindo 4 meses de depósito. Isso tudo por causa dos calotes no mercado”, avisa ele, que deixou de representar clientes e hoje trabalha apenas com compra, venda e aluguel de suas próprias casas.

A corretora Denice Sant’Anna alerta também para os imóveis em situação de short sale (quando o dono tenta vender a casa tentando evitar o foreclosure). “Não tem como prevenir. Quando o proprietário é honesto, ele avisa que colocou a casa à venda, quando não é, o inquilino é apenas notificado pelo novo dono de que precisa sair imediatamente do imóvel”, conta.

Ela lembra ainda que o inquilino não tem preferência na compra, e depois da crise do setor em 2008 os bancos estão exigindo que o interessado em comprar a casa prove que não é parente do dono. “Tinha gente que devia mais do que a casa valia e deixava de pagar as prestações de propósito. Quando a casa era colocada à venda por preço bem baixo, um parente ‘comprava’ e mais tarde as duas partes faziam a transação de retorno do imóvel para o antigo dono”, lembra.

Em todo condado existe o serviço online de acesso às informações sobre propriedade. No condado de Broward no website www.bcpa.net/RecMenu.asp consta os dados do histórico de cada propriedade. Tendo o endereço completo em mãos é possível saber quando a residência foi comprada e quem é o atual dono. Com o nome do proprietário, o futuro inquilino pode ir até o website https://officialrecords.broward.org/oncoreV2/Search.aspx e saber se existe algum processo de foreclosure em andamento.

Fonte: AcheiUSA News

Mesa para dois em Miami

mesa-para-dois-em-miamiEste artigo traz uma lista de restaurantes em Miami perfeitos a dois. São lugares que provei e outros (ao final do artigo) que foram fortemente recomendados por amigos. Atenção, comensais: em locais concorridos, como muitos dos citados abaixo, é sempre bom fazer a reserva com antecedência pelo site do restaurante ou pelo OpenTable. Boa viagem!

JUVIA: para viver uma experiência gastronômica com a melhor vista de South Beach!
Restaurante no prédio conceito da Lincoln Rd (Herzog & de Meuron ). É um dos hot spots da cidade, bem badalado. Brasileiros adoram. Celebridades, idem. A vista da cobertura é espetacular. Suba nem que seja para tomar um drinque ao ar livre.
1111 Lincoln Rd.
Tel.: 305-763-8272.
Site: www.juviamiami.com

CECCONI: italiano com ambiente romântico e bem frequentado
Restaurante italiano com mesas num incrível jardim ao ar livre e todo iluminado com luzinhas nas árvores. Lindo! Fica dentro do hotel Soho House em uma curva da Collins Avenue. Imprescindível a reserva! Nos finais de semana serve um concorrido brunch.
4385 Collins Avenue – Soho House, Miami Beach
Site: www.cecconismiamibeach.com

JOE’S STONE CRAB: para comer frutos do mar
Uma instituição gourmet em Miami! A dica é antiga e lendária, mas continua valendo. Um restaurante tradicional e centenário de Miami. Prato principal: as famosas patas de caranguejo gigantes feitas na perfeição. A fila de espera e a dificuldade de conseguir uma mesa comprovam a fama dos seus pratos. Normalmente, abre somente para o jantar.
Bem no início de South Beach na 11, Washigton Av. Miami Beach. Tem tele-entrega.
Site: www.joesstonecrab.com

SMITH ANS WOLLENSKY: para uma vista dos navios passando pelo canal
Também, um ponto tradicional de Miami. Este restaurante serve carnes de primeira. Com uma vista incrível do canal por onde passam os barcos e navios de cruzeiros. Sua localização é o carro-chefe! Está posicionado dentro do delicioso South Point Park.
1 Washington Avenue – South Pointe Park no início de South Beach.
Site: www.smithandwollensky.com

RUSTY PELICAN: para visitar Key Biscayne e curtir a vista noturna de Miami
Esta dica não é atual. É antiga. A gente adorava. Fica na entrada de Key Biscayne, logo após a ponte. Vista maravilhosa do skyline de Miami. A comida não era o ponto forte do restaurante, mas ouvi falar que, recentemente, recebeu uma melhora considerável (veja os comentários no TripAdvisor.) De qualquer forma, vale muito pelo clima. Lugar romântico, para ocasiões especiais. Curta o astral do fire pit da área externa. E chegue cedo para pegar o visual do fim de tarde.
3201 Rickenbacker Causeway, Key Biscayne.
Site: www.therustypelican.com

THE BUTCHER SHOP: para ver arte urbana e fazer um brinde descolado
O local está mais para um bar do que um restaurante. Na verdade, é um gastropub (beer garden!) que conheci através do tour gourmet que fiz com a Miami Culinary Tours. A dica é visitar o imperdível Wynwood Walls (um museu a céu aberto próximo ao Design Distric) e depois dar um pulinho no The Butcher Shop . A inspiração decor de “açougue” é supercriativa.
165 NW 23 st – Wynwood, Design Distict.
Site: www.thebutchershopmiami.com

CASA TUA: para um jantar italiano sofisticado e romântico
O restaurante não é novo. No entanto, continua agradando com seu ambiente romântico, principalmente nas mesas do jardim. A cozinha é de alta gastronomia italiana (mais caro do que o Cecconi). Aliás, os garçons e cozinheiros falam entre si em italiano. Como eu sei disso? Jantei em uma mesa grudadinha à cozinha!
1700 James Ave., Miami Beach.
Tel.: 305.673.1010
Site: casatualifestyle.com.

THE EDGE NO HOTEL FOUR SEASONS: para um Dowtown com estilo e muito sabor
É o restaurante perfeito para quem está pela área business de Miami, Dowtown. O Edge foi uma de nossas refeições mais memoráveis de Miami. Apesar de estar dentro do hotel, é aberto ao público em geral com almoço, jantar e um concorrido brunch nos finais de semana. Tem mesas despojadas ao ar livre e ambiente interno mais sofisticado. Dica: prove o “combo” de tartare na entrada, pratos de carnes ou frutos do mar e finalize com a sobremesa de S’mores!
1435 Brickell Avenue – Miami Downtwn | Four Seasons Hotel
Site: www.edgerestaurantmiami.com

PUBBELLY: o queridinho entre foodies locais!
Um gastropub popular e amado entre os comensais locais. O chef costuma ser bem premiado nas votações gourmets da cidade. É o “cara” da hora! Na mesma rua, você vai encontrar a versão Pubbelly de carnes e o de comida japonesa (em dois endereços distintos e próximos). Ambiente pequeno, jovem e descolado.
1418 20th St (carnes) e 1424 20th St (sushi) – Miami Beach.
Site: www.pubbelly.com

OUTROS PARA CONFERIR:

Para algo fora do comum, gastronomia e diversão:
BARTON G
1427 West Av. – Miami Beach.
Site: bartongtherestaurant.com

Para um jantar com balada:
BÂOLI MIAMI
Um restaurante e night club. Imperdível. Frequentado por celebridades locais.
1906 Collins Ave, Miami Beach.
Tel.: 305-674-8822.
Site: www.baolimiami.com

Para comer japa-chique:
ZUMA
Moderno, tem filiais em Londres, Istambul de Dubai. Uma referência mundial em cozinha japonesa.
270 Biscayne Boulevard Way.
Site: www.zumarestaurant.com

Para um brunch ou almoço no Design District:
MICHAEL’S GENUINE
Bons vinhos, bem frequentado e preços razoáveis para a qualidade dos pratos.
30 NE 40th St. Miami Design District.
Tel.: 305-573-5550.
Site: michaelsgenuine.com

Para badalar e comer bem:
PRIME ONE TWELVE
Um dos restaurantes mais amados por brasileiros. 112 Ocean Dr, Miami Beach.
Site: mylesrestaurantgroup.com

Fonte: Café Viagem