Monthly Archives: November 2014

Miami, Orlando e Nova York são lugares favoritos de brasileiros para compras

miami-orlando--nova-york-sao-lugares-favoritos-de-brasileiros-para-compras

Impossível marcar uma viagem aos Estados Unidos e não colocar no roteiro uns dias para compras. Aliás, há até quem viaje apenas com o intuito de aproveitar as ofertas locais, provando que o país, além de ser forte no turismo tradicional, impera quando o assunto é turistar e consumir. E para os brasileiros que querem gastar nos Estados Unidos não há destinos melhores que Miami, Orlando e Nova York.

“Os três lugares têm perfis de compras bastante diferentes. Em Nova York, por exemplo, o turismo se confunde com as compras, já que as principais lojas e centros de compras estão no centro de Manhattan. Por onde quer que você passe haverá vitrines lindas e cheias de roupas e itens tentadores”, esclarece Fabiana Soares consultora da Parques e Ingressos, empresa especializada na venda de tickets para parques em Orlando, atrações em Miami, Nova York, Califórnia, nos Estados Unidos, e Londres, na Inglaterra.

Se em Nova York passear e comprar se complementam naturalmente, os shopping malls, outlets e centros comerciais em Miami e Orlando já estão um pouco mais “separados” e é preciso determinar dias específicos para as compras. “Ou seja, dificilmente você conseguirá passear, ver as atrações da cidade e ainda parar para fazer compras, pois os outlets e shoppings estão mais concentrados em bairros mais afastados”, explica.

FONTE: Mercados & Eventos

Mural de vidro traz luxo a torre em Miami

arquitetura_painel_iluminado_miami_01

Na cidade mais conhecida da Flórida, a sofisticação criada para milionários brasileiros e de outros países latino-americanos ainda não encontrou limites. Um exemplo disso é o edifício de apartamentos The Edge on Brickell, que será lançado em dezembro. Com unidades custando entre US$ 650 mil e US$ 4 milhões, a construção ostentará o painel de vidro com luz própria mais alto do mundo.

Criado pelo artista Jan Hendrix, o mural de vidro de 182,8 m envolve boa parte dos 58 andares do prédio. Um painel menor, com 43 m de altura, envolve a base do arranha-céu. O holandês ainda está desenhando as duas obras, que devem trazer padrões lembrando nervuras de folhas e inspirados em suas obras.

Os arquitetos mexicanos Rafael Aragonés e Daniel Orozco, do escritório Aragonés Architecture, desenvolveram o projeto do edifício. A torre de 192 m de altura terá 130 apartamentos. As unidades medem de 122 m² a 422 m², caso das duas coberturas dúplex. Janelas do piso ao teto e varandas amplas oferecem vistas para o Rio Miami, a Baía de Biscayne e o horizonte da cidade.

Localizada no bairro de Brickell, a torre ficará próxima aos centros de arte e entretenimento, além de bares e restaurantes badalados. Quem quiser ficar em casa poderá aproveitar o condomínio, que terá píer privativo para iates e piscina com vista panorâmica no 14º andar, sauna, sala de massagem e um restaurante exclusivo no térreo. Acesso por biometria e vigilância 24 horas prometem tranquilidade e segurança.

A empresa Cervera Real Estate começará a comercializar as unidades em dezembro. A construção do prédio deve iniciar no início de 2015 e ser concluída em meados de 2017.

 

arquitetura_painel_iluminado_miami_02

arquitetura_painel_iluminado_miami_03

arquitetura_painel_iluminado_miami_04

arquitetura_painel_iluminado_miami_05

arquitetura_painel_iluminado_miami_06

arquitetura_painel_iluminado_miami_07

arquitetura_painel_iluminado_miami_09

arquitetura_painel_iluminado_miami_10

arquitetura_painel_iluminado_miami_11

arquitetura_painel_iluminado_miami_12

arquitetura_painel_iluminado_miami_13

arquitetura_painel_iluminado_miami_14

arquitetura_painel_iluminado_miami_15

arquitetura_painel_iluminado_miami_16

arquitetura_painel_iluminado_miami_17

 

Fonte: Casa Vogue

 

Check-list sobre mudar de país e recomeçar uma nova vida

viagem1

A atual conjuntura do Brasil gera dúvidas e imobiliária apresenta soluções

 A consultoria imobiliária ensina como realizar investimentos, adquirir imóveis e sugere Miami como opção fácil e segura, uma cidade que oferece de arte a vida noturna, de esportes a compras e clima agradável o ano todo.

 “Investir em imóveis fora do país é cada vez mais seguro e vantajoso para o consumidor brasileiro. O Brasil vive um momento de incertezas. Ao longo do tempo, o imóvel é valorizado, principalmente quando ocorrem melhorias na infraestrutura na região. Estou aqui há mais de 20 anos e estou muito satisfeito, além do fato de Miami se uma cidade que oferece até mais do que precisamos. Somos especialistas em imóveis comerciais e residenciais nos Estados Unidos, principalmente na Flórida.”, afirma Leo Ickowicz

Bay House, por exemplo, está localizado no coração de Miami, onde o desenvolvimento está em andamento para a nova geração de restaurantes, entretenimento e compras. Aventura possui avenidas largas, jardins bem cuidados, apartamentos de luxo, requinte, sofisticação e tranquilidade. Com muita água cristalina por todos os lados.

“Os preços dos imóveis nos Estados Unidos levam brasileiros a investir aqui. Eles podem adquirir imóvel para uso próprio, compradores veem mercado americano como ótima opção de investimento”, afirma Daniel Ickowicz.

A prioridade é suprir as necessidades de seus clientes, oferecendo exclusividades, condomínios luxuosos e diversos tipos de imóveis que atendem a variados perfis e segmentos. O sucesso de vendas é medido pelo histórico comprovado de mais de 500 milhões de dólares em volume de vendas de pré-construção para lançamentos de desenvolvimento.

Na economia, há dúvidas em muitas áreas ao mesmo tempo e isso reduz o ímpeto para os investimentos produtivos. Diante desse cenário de comoção e mudança, as pessoas estão fazendo o balanço de 2014 e traçando as metas para o ano que se aproxima. Entre elas, está fazer uma mudança do país onde está vivendo e alugar imóveis para abrir uma franquia ou comprar uma residência fora e iniciar uma etapa.

Um dos maiores destaques de atividades é a compra de imóvel para geração de renda, como franquias, investimentos em centros regionais e comerciais, que teve um aumento de 25% nos últimos 6 meses.

Triple Net (NNN): um belo investimento para estrangeiros no Estados Unidos. As empresas corporativas destes negócios, geralmente compram o terreno, constroem a estrutura e prédio, e uma vez o negócio está operando, revendem a propriedade, por motivos de balanço de caixa, alavancando capital e assim expandindo o negócio. O retorno para o proprietário pode variar de 5.5% – 7.5% dependo do porte do imóvel, localização, prazo do contrato entre outros fatores.

Relocation: resolve as necessidades que surgem com a mudança e adaptação a uma nova vida. Fundamental para adaptação, aconselhamento e auxílio a pessoas e famílias que estejam neste processo. O pacote inclui tour de orientação para o indivíduo e/ou família, avaliação de necessidades e instruções de mobilidade na cidade, programa de acompanhamento, busca de colégios (visita a 3 escolas por dia), avaliação de necessidades, agendamento de reuniões, acompanhamento nas visitas, assistência na matrícula, assistência na abertura de conta bancária, contratação de seguros e saúde, acompanhamento na obtenção de documentos fiscais e de identidade locais, incluindo carteira de habilitação, apoio na aquisição ou aluguel de veículo, acompanhamento nas boas-vindas e inscrição em clubes recreativos e sociais e orientação sobre compras em supermercados, lojas, comércio e lazer.

 Multifamily – Residencial multifamília ou unidade de multi-habitação. Várias unidades habitacionais são separadas individualmente para moradores residenciais onde estão contidos dentro de um edifício ou de vários prédios pertinentes de um complexo.
Às vezes, as unidades em um multifamiliar são, normalmente, de propriedade individual, alugados de um proprietário único do prédio.

O setor multifamily para aluguel de habitação permanece forte e continua a atrair investimentos de capital do mundo inteiro.

Pela facilidade de administração e rendimentos seguros, esta tendência parece estar preparando o cenário , tornando cada vez mais uma oportunidade atraente para investidores e empreendedores imobiliários.

As possibilidades são infinitas e o mito de que investir ou morar no exterior é complicado e burocrático pode ser quebrado.

Veja como organizar viagem de fim de ano aos parques temáticos de Orlando

veja-como-organizar-viagem-de-fim-de-ano-aos-parques-tematicos-de-orlando

Viajar sem planejamento pode ser a maior roubada. Como é um período procurado pela maioria dos brasileiros, já que dezembro e janeiro, além das festas como Natal e Ano Novo, coincidem também com as férias escolares, deixar para a última hora pode transformar a viagem para Orlando em dor de cabeça e deixá-la mais cara que o esperado. Para que isso não aconteça, é preciso organizar as férias com pelo menos um mês de antecedência e uma certa metodologia.

O primeiro passo, obviamente, é decidir as datas exatas em que o passeio será feito. “Parece básico, mas isso é muito importante para um bom planejamento, pois é preciso lembrar que esses meses são alta temporada em Orlando e há semanas em que os parques ficam mais cheios, como no Natal, por exemplo. Portanto, se há flexibilidade e é um desejo da família ir em dias mais tranquilos, é possível marcar a viagem fora desta semana de festas”, explica Sara Aragão, consultora da Parques e Ingressos (http://www.parques-e-ingressos.com.br/), empresa especializada na venda de tickets para parques em Orlando, atrações em Miami, Nova York, Califórnia, nos Estados Unidos, e Londres, na Inglaterra.

Depois, todos na família ou grupo devem ter passaporte válido e visto para entrar nos Estados Unidos. “Vale reforçar que antes de comprar passagens ou ingressos é preciso ter certeza de que o visto foi aprovado, para não correr o risco de perder dinheiro”, lembra Sara. Assim que decidir a viagem, o aconselhado é marcar as datas na Polícia Federal (passaporte) e Consulado Americano (visto), pois o processo pode demorar várias semanas.

Roteiro

Com passaporte e vistos em mãos, é hora de montar o roteiro, a melhor parte do planejamento, mas também a que requer mais atenção, pois há muito o que se fazer em Orlando e, dependendo da quantidade de dias na cidade, algumas coisas precisarão ficar fora dos planos.

O ideal, segundo a consultora Parques e Ingressos, é separar pelo menos um dia para cada parque dos complexos Walt Disney World Resort, Universal Orlando Resort, SeaWorld, que engloba parques como Busch Gardens e Aquatica, Legoland, além de dias para compras e descanso. “Uma boa dica é acrescentar uns 2 ou 3 dias a mais para que a família possa voltar naquele parque que mais gostou”, adianta.

Definido os parques e quantidade de dias que pretende visitar cada um, é hora de adquirir passagens e entradas para os parques. O recomendado é fazer a compra antecipada e online dos tickets para ter maior comodidade e encontrar preços mais competitivos.

“A Parques e Ingressos consegue vender ingressos de shows e atrações 40% mais baratos e também descontos em entradas já que temos negociações diretas com os parques de Orlando. Além disso, oferecemos a praticidade do ingresso via e-mail, evitando que o cliente precise enfrentar filas na entrada do parque”, salienta Sara.

Além da compra de passagens e entradas, é ideal colocar no orçamento os gastos com hospedagem, alimentação, compras de artigos dentro dos parques e até gorjetas. “A tabela de gastos ajuda a planejar a quantidade de dólar que se deve comprar para sair do Brasil.”

Últimos preparativos

Com roteiro definido, tickets e passagens aéreas em mãos, é hora de preparar a mala e reunir todos os documentos necessários para a entrada nos Estados Unidos.

“Fazer um check-list dos documentos é fundamental para que nada seja esquecido. Tenha passaporte, visto, carteira de motorista, caso a intenção seja alugar um carro, cartão de crédito, extratos de banco e todos os outros que julgar necessário”, comenta a consultora Parques e Ingressos.

Fazer as malas pode até parecer simples, mas é preciso chamar atenção para alguns pontos como checar o limite de bagagem da companhia aérea, itens permitidos em voos internacionais e o clima da cidade.

“Lembre-se que é inverno nos Estados Unidos, mas as temperaturas na Flórida ficam amenas. Ainda assim, brasileiros, por estarem acostumados com o clima tropical, podem sentir frio. Então, agasalhos devem entrar na mala.”

Dois dias antes da viagem, por precaução, deve-se fazer um novo check-list e confirmar se tudo está pronto. “Depois, é relaxar e aproveitar toda a magia que uma viagem para Orlando proporciona!’, finaliza Sara.

Fonte: Tribuna da Bahia

De Orlando a Miami de carro

de-orlando-a-miami-decarro

Muita gente combina Orlando e Miami na mesma viagem — e aproveita as boas tarifas semanais de carros na Flórida para ficar o tempo de carro. Fiz o trajeto rodoviário pela primeira vez agorinha. E deixo aqui minhas reflexões para quem está planejando uma viagem para lá.

–> Qual é a distância? Quanto tempo leva?

De Orlando a Miami são 380 km, que você faz entre três horas e meia e quatro horas, dependendo do trânsito na saída/entrada das cidades.

florida-turnpike      florida-i95
[Dois caminhos: Turnpike e I-95]

A rota mais comum é pela estrada Florida Turnpike, que desce em diagonal pelo interior até chegar à costa em West Palm Beach. Mas é possível também ir pela I-95, ao longo da costa (mas sem vista para o mar). Os tempos se equivalem. Como eu tinha ido almoçar em Winter Park, no norte de Orlando, o GPS acabou me mandando pela costa, e gastei as mesmas três horas e meia do pessoal que vai pela Turnpike.

 O que há para ver pelo caminho?

Pelo interior não há nada.

Indo pela costa você pode programar uma parada no Kennedy Space Center em Cabo Canaveral.

Uma hora antes de Miami começam a aparecer uns balneários chiques, como West Palm Beach e Boca Ratón — mas nada que valha tanto a pena o desvio.

Você pode até sair da auto-estrada para rodar na costeira, mas sua viagem ficará bem mais lenta sem uma contrapartida panorâmica. Neste trecho da costa não há nada impressionante como a estrada suspensa de ilhota em ilhota que leva a Key West. Tampouco você encontrará paisagens como Big Sur, estradas como a 17 Mile Drive ou cidadezinhas como Carmel, que justificam a viagem pela costa da Califórnia.

Acho mais proveitoso encarar o trecho como simplesmente utilitário; quanto mais cedo você chegar no destino, melhor aproveitará.

 Vou a Orlando, mas meu vôo é só até Miami. Vale a pena pegar o carro ao chegar?

Um monte de gente faz isso na boa. No meu caderninho, porém, encarar quatro horas de estrada depois de uma noite de vôo na econômica é exigir demais do corpo e da mente. Eu dormiria a primeira noite em Miami.

(Rio e São Paulo também estão a 380 km de distância. Você voaria dos Estados Unidos até o Rio e então pegaria um carro para dirigir direto até São Paulo?)

Ou, melhor do que isso: compraria a passagem que me levasse exatamente onde quero. Se só vou a Orlando, compraria ida e volta a Orlando, mesmo que para isso fizesse conexão (em Miami, no Panamá, em Dallas, Charlotte; acho uma conexão menos cansativa do que uma estrada depois do vôo). Se vou a Orlando e Miami, compraria passagem com ida para uma cidade e volta desde a outra. Alugaria o carro numa cidade com devolução na segunda.

Alugando o carro: o que não pode faltar

Não saia da locadora sem o Sun Pass, um chip de pedágio que é obrigatório para uso das auto-estradas — e, quando você estiver em Miami, de quebra ainda permite que você use via expressas.

Um GPS também é indispensável. Alugar um não vale a pena: o que você gasta em aluguel dá para comprar um. O ideal é já sair do Brasil com o seu GPS próprio, devidamente carregado com um mapa atualizado dos Estados Unidos.

Caso você queira arriscar comprar ao chegar, a Best Buy mais próxima do aeroporto de Orlando é a do Florida Mall . Em Miami você pode escolher entre a Best Buy próxima ao Dolphin Mall  ou, se estiver indo a South Beach, a da rua 5.

E você? Tem dicas de aluguel de carro na Flórida? Acha que eu pego pesado na dica de não chegar de avião e já encarar a estrada? A caixa de comentários é para isso mesmo!

Fonte: Viaje na Viagem